O analfabeto político

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O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

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O capitalismo engolirá a democracia …

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O ex-Ministro de Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, questiona as bases da sociedade ocidental que estipulou por patrimônio a relação direta entre capitalismo e democracia. “Acreditamos erradamente que o capitalismo gera inevitavelmente a democracia. Mas não gera”, diz.

Como contrapartida, o político que teve que lidar diretamente com a crise grega, apresenta um novo cenário econômico capaz de permitir que uma verdadeira democracia possa existir.

 

Bom apetite.

Programa Escola sem Partido

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EscolasemPartido.org é uma iniciativa conjunta de estudantes e pais preocupados com o grau de contaminação político-ideológica das escolas brasileiras, em todos os níveis: do ensino básico ao superior.

A pretexto de transmitir aos alunos uma “visão crítica” da realidade, um exército organizado de militantes travestidos de professores prevalece-se da liberdade de cátedra e da cortina de segredo das salas de aula para impingir-lhes a sua própria visão de mundo.

Como membros da comunidade escolar – pais, alunos, educadores, contribuintes e consumidores de serviços educacionais –, não podemos aceitar esta situação.

Entretanto, nossas tentativas de combatê-la por meios convencionais sempre esbarraram na dificuldade de provar os fatos e na incontornável recusa de nossos educadores e empresários do ensino em admitir a existência do problema.

Ocorreu-nos, então, a idéia de divulgar testemunhos de alunos, vítimas desses falsos educadores. Abrir as cortinas e deixar a luz do sol entrar. Afinal, como disse certa vez um conhecido juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos, “a little sunlight is the best disinfectant”.

Quando começávamos a pôr mãos à obra, tomamos conhecimento de que um grupo de pais e estudantes, nos EUA, movido por idêntica preocupação, já havia percorrido nosso caminho e atingido nossa meta: NoIndoctrination.org.

Inspirados nessa bem sucedida experiência, decidimos criar o EscolasemPartido.org, uma associação informal, independente, sem fins lucrativos e sem qualquer espécie de vinculação política, ideológica ou partidária.

Conheça o PROJETO DE LEI N.º 867, DE 2015 – que dispõe sobre a inclusão entre as diretrizes e bases da educação nacional do “Programa Escola sem Partido”

Veja a reportagem : Polarização cria 'bullying político' em escolas

Veja os pontos contrários à lei:

CONTRA o Programa Escola sem Partido no Sistema de Ensino do Município do Rio –

Liberdade para Ensinar e aqui!

Curso EaD – Política Contemporânea

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O curso ofertado pelo Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) tem como objetivo promover a formação dos alunos a partir da informação científica sobre temas de relevância política, apresentando, por meio do debate, o que se espera das instituições políticas e a forma como funcionam, no Brasil e no mundo.

Os interessados podem fazer sua matrícula e começar o curso a qualquer momento. Basta acessar aqui. Para conhecer os demais cursos oferecidos pelo ILB, acesse www.senado.leg.br/EAD.

Tempos de Rebeldia

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Trata de importantes movimentos de contra-cultura e de seu lugar na história mundial, contextualizando suas características e ações, que, em muitos casos, traziam novas formas de pensar a civilização e o comportamento da sociedade.

O primeiro episódio da série mostra a definição de rebelde e os precursores do Movimento Punk. Por meio dos acontecimentos históricos que surgiram como uma forma de lutar contra o sistema, os jovens começaram a se manifestar através, por exemplo, do Romantismo Francês. Os românticos começaram a viver o estilo de vida boêmio como uma forma de protesto ao sistema. A rebeldia cultural ultrapassou as fronteiras francesas e se disseminou para o resto mundo.

O segundo episódio mergulha no mundo dos hippies e yuppies: jovens que se arriscavam em busca de “percepção” e da liberdade democrática. Conta a história de pessoas como Ken Kesey, o jovem de 26 anos e com dom para a escrita que foi cobaia em experimentos com LSD realizados pela CIA. Essa passagem he rendeu histórias suficientes para escrever o livro “Um estranho no ninho.” Também fala sobre Timothy Leary, um pesquisador e psicólogo de Harvard que se tornou um guru rebelde, bem como do ativista anti-guerra Abbie Hoffman, que liderou uma manifestação de paz em Chicago, em 1968.

O terceiro episódio fala sobre o Movimento Punk, uma manifestação musical surgida nos Estados Unidos, em meados da década de 1970, que encontrou terreno fértil para o seu desenvolvimento na Inglaterra, onde serviu como forma de protesto contra a crescente onda de desemprego. Entrevistas com ícones do movimento, como Malcolm Mclaren, ex-empresário das bandas New York Dolls e Sex Pistols; John Lydon, ex-vocalista dos Sex Pistols e Jello Biafra, vocalista da banda californiana Dead Kennedys, entre outros.

O quarto episódio da série Tempos de Rebeldia foca no surgimentos dos movimentos rebeldes que começaram a lutar pela Natureza a partir década de 1960. Apresenta grupos como Greenpeace e EarthFirst, que zombaram das táticas tradicionais do ambientalismo institucional e começaram a travar ações diretas a tentativa de proteger o planeta. O programa testemunha a história da rebeldia com causa ecológica.

Utopia e Barbárie – entender o passado para mudar o futuro

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O documentário trafega por alguns dos episódios mais polêmicos dos últimos séculos, como as bombas de Hiroshima e Nagasaki, o Holocausto, a Revolução de Outubro, o ano de 1968 no mundo (Brasil, França, Chile, Argentina, Uruguai, dentre outros), a Operação Condor, a queda do Muro de Berlim e a explosão do neoliberalismo mais canibal que a História já conheceu.

Utopia e Barbárie é uma verdadeira aula de história e segue como indicação para professores preocupados em mostrar outras formas de conhecimento.

ABC da Greve – entenda o início do Partido dos Trabalhadores

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Documentário de longa metragem sobre a primeira greve brasileira fora da fábrica.Cobrindo os acontecimentos na região do grande ABC paulista,em 1979, o filme acompanha a trajetória do movimento de 150 mil metalúrgicos em luta por melhores salários e condições de vida.Sem obter suas reivindicações, decidem-se pela greve, afrontando o governo militar.Este responde com uma intervenção no sindicato da categoria.Mobilizando numeroso contingente policial o governo inicia uma grande operação de repressão.Sem opção para realizar suas assembleias, os trabalhadores são acolhidos pela Igreja.Passados 45 dias, patrões e empregados chegam a um acordo.

crítica ao neoliberalismo

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Na contramão dos elogios da grande mídia e de setores da oposição, o senador Roberto Requião disse, nesta quinta-feira (11), no plenário do Senado, que a ex-primeira ministra da Inglaterra, Margareth Thatcher, que morreu no começo da semana, contribuiu não apenas para a destruição das conquistas dos trabalhadores da Grã-Bretanha e sim também para a submissão e o empobrecimento de povos de todo o mundo, à medida da imposição, em todo o planeta, do modelo neo-liberal. Citando o livro “Confissões de um Assassino Econômico”, do ex-operador do mercado John Perkins, o senador disse que a obra poderia ser tomada como a crônica dos efeitos do thatcherismo sobre a economia mundial, especialmente sobre a economia dos países pouco desenvolvidos. Requião lembrou ainda as relações muito próximas de Margareth Thatcher com ditadores terceiro-mundistas, em especial com Pinochet, a quem sempre elogiou. Em contrapartida, afirmou o senador, chamou Nelson Mandela de “terrorista”, apoiando o governo segregacionista da África do Sul.

Princípios Fundamentais da Ética – Política

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Em as relações entre a ética e política se tenham mostrado sempre difíceis de conciliar, tal facto não impede que exista um largo consenso sobre os princípios básicos da ética dos políticos.

Receptividade: o político tem o estrito dever de ouvir as sugestões e criticas dos que o elegeram e de promover a sua permanente consulta

Transparência: o político tem a obrigação de explicitar os objetivos da sua ação, as razões das suas opções e dar conta dos resultados alcançados, de modo a que aqueles que o elegeram possam analisar e avaliar o seu desempenho;

 Dignidade Pessoal: as pessoas implicadas nas suas ações tem o direito a serem tratadas como seres humanos e não como simples meios.

 Clarificação dos Interesses: o político deve distinguir com clareza os diferentes interesses: os seus, os partidários e os da comunidade que o elegeu e que representa, colocando estes últimos acima de todos os outros;

Serviço público: a atividade política é uma atividade voluntária exercida por cidadãos que se dispõe a servir outros cidadãos como seus representantes. Neste sentido, é inadmissível e eticamente intolerável que alguns políticos que vão para a política para se servir a si mesmos e não a comunidade que os elegeu;

Responsabilidade: O princípio da responsabilidade de um político comporta três dimensões essenciais:

a) Assunção da responsabilidade perante os cidadãos que o elegeram, dando-lhe conta do que fez e não fez no exercício do cargo para o qual foi eleito;

b)  Assunção dos erros que lhe forem apontados diretamente ou àqueles em que  ele delegou competências por sua livre iniciativa;

c) Tomar as decisões que se impõem que sejam tomadas, mesmo quando estas lhes forem desfavoráveis.

Fundamentos Solidários da Democracia

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A superioridade dos regimes democráticos face às ditaduras, quaisquer que elas sejam, é uma convicção profunda do pensamento ocidental. Alguns autores, como Alain Mougniotte, procuram sistematizar os fundamentos dos regimes democráticos. 

Valores/Convicções – A condução da sociedade deve assentar fundamentos racionais: ideais, convicções, valores, princípios, normas que se considerem melhores para a comunidade. As políticas democráticas assentam nestas convicções e valores. A argumentação sobrepõem-se à força e à imposição de ideias, característica dos regimes autoritários, tirânicos.

Liberdade – Em Democracia não existem verdades absolutas ou necessárias, mas decisões partilhadas. Os cidadãos não são súbditos, mas seres livres e autónomos, com concepções e ideias próprias. Cabe a cada cidadão analisar, avaliar e decidir qual a melhor ideia para a resolução dos problemas sociais. Sem esta participação a que todos são chamados não podemos falar numa verdadeira Democracia.

Dignidade – A Democracia assenta no princípio que todos os cidadãos são livres, autônomos, dotados de capacidades racionais que lhes permitem decidirem decidir o que é melhor para a sociedade. Face à lei são portanto iguais em direitos, deveres e merecem o mesmo respeito (Dignidade).

Diálogo Democrático –  Sem participação dos cidadãos na vida coletiva, não existe democracia. A aceitação da divergência de ideias e a tolerância são duas condições de base do diálogo democrático.

Decisões – O debate de ideias sem decisões é inútil. Sem sacrificar valores e princípios essenciais, importa que os cidadãos tenham sempre presente nestas discussões, o Bem Comum, os interesses mais gerais da comunidade. Se o consenso não for possível, o princípio para escolher a melhor ideia é o da maioria.