banquete dos deuses

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estampas eucalol – Dédalo e Ícaro

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Dédalo foi um dos homens mais astutos que já existiram. E como fosse hábil, construiu numerosas obras de arte, cuja perfeição era admirada por todos. Dentre as suas criações podemos destacar as estátuas, algumas das quais, dotadas de engenhosos mecanismos, eram até capazes de falar.

 

 

 

 

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Dédalo tinha um sobrinho chamado Perdix, o qual, inventou a serra, o torno e vários instrumentos, com o que se tornou célebre. Dédalo, por inveja, matou o sobrinho e fugiu para a ilha de Creta, juntamente com Ícaro, seu filho, afim de escapar ao castigo.

 

 

 

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Minos, o rei de Creta, se afeiçoou ao artista e este embelesou a capital do país, construindo, entre outras maravilhas, o labirinto onde habitava o Minotauro. Para que Dédalo não fugisse, o Rei ordenou que um guarda armado o seguisse por toda a parte. As saudades da pátria, no entanto, faziam com que ele, acabrunhado, somente pensasse no regresso.

 

 

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Impossibilitado de fugir por terra, porque estava numa ilha, e pelo mar, porque o vigiavam. Dédalo construiu, em segredo, para si e para Ícaro, seu filho, umas asas de cera, nas quais, com muito engenho, colocou penas de aves. Quando tudo ficou pronto, pai e filho colocaram as asas nas costas e fugiram em seguida.

 

 

 

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Esquecido das recomendações do pai, Ícaro, seduzido pelo prazer do voo, aproximou-se demasiado do sol. As asas amoleceram com o calor e terminaram por se desfazer, indo o moço cair no mar que, em sua memória, se chamou Ícaro. Dédalo, mais prudente, nada sofreu e prosseguiu viagem, indo ter às terras do Rei Cócalos.

 

 

 

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Cócalos acolheu Dédalo com prazer, pois apreciava muito os artistas, e deu ordens para que o hospedassem imediatamente no seu palácio. Minos, o Rei de Creta, apareceu dois dias depois, a frente de numeroso exército, disposto a levar Dédalo consigo. Este, fingindo amizade, e se declarando arrependido, convidou Minos a se banhar numa banheira de sua invenção, e fez aquecer a água até a fervura, livrando-se assim do tirano.

 

 

 

 

estampas eucalol – mitologia Rei Midas

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Quando Dyonisos, o deus do vinho, andava pela terra, um rei, chamado Midas, prestou-lhe um grande favor. O deus, agradecido, mandou que Midas escolhesse uma recompensa.O rei pediu, então, a graça de transformar em ouro tudo em que tocasse com as mãos, no que foi logo atendido, tornando-se de ouro a maça que pouco antes colhera.

 

 

 

 

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Satisfeito com seu poder, Midas correu para casa e foi transformando em ouro tudo quanto encontrava. Em poucos instantes todo o seu palácio, com janelas, portas, móveis e tudo, tornou-se de ouro, do mais puro ouro. E como a um simples toque de suas mãos os objetos se tornavam de ouro, Midas, naquele dia, teve muito que fazer.

 

 

 

 

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Quando, porém, Midas sentou-se à mesa para almoçar, logo compreendeu como fora infeliz na escolha da recompensa. A carne, os frutos, o vinho, tudo em que tocava, ficava duro e rígido, feito do mais puro metal. O pobre do rei, vestido com roupa de ouro, sentado numa cadeira de ouro, e morando num palácio de ouro, não podia, no entanto, se alimentar.

 

 

 

 

 

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Abatido com o estranho poder que adquirira, de transformar em ouro tudo o que tocasse, Midas correu para o jardim, aonde foi encontrar sua filha. E, antes que Midas pudesse fazer um gesto para detê-la, a moça se atirou em seus braços, transformando-se numa estátua de ouro.

 

 

 

 

 

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Louco de dor, por ter transformado em ouro a sua filha querida, Midas correu em busca de Dyonisos, a quem pediu que perdoasse a sua ambição e retirasse o poder de transformar tudo em ouro, a um simples toque das mãos. Vai até o rio Pactolo, disse-lhe Dyonisos, e colhe um pouco de água. Asperge, depois, dessa água sobre os objetos em que tocaste e eles voltarão a ser o que eram.

 

 

 

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Midas correu a cumprir o que dissera o deus do vinho e, com a água do rio Pactolo, que correu num jarro, foi banhando todos os objetos em que tocara, restituindo-lhes a natureza primitiva, a começar pela própria filha, que ele , então, pôde abraçar sem perigo de torná-la de ouro. Dizem que Midas, ao se abaixar para colher a água na margem do rio, tocou na areia com as mãos e que, por isso, ainda hoje, o rio Pactolo corre por sobre um leito de areias douradas.

 

 

 

o pomo da discórdia

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Conta o mito que houve um casamento no monte Olimpo em que todos os deuses foram convidados, menos Éris (deusa da discórdia) porém ela comparece e, sorrateiramente deixa uma maçã de ouro numa mesa com um bilhete escrito assim: Para a Mais Bela!. As deusas Hera (rainha dos deuses), Atena (deusa da justiça) e Afrodite (deusa da sensualidade) decidem disputar o título da mais bela. Convidam Zeus para ser juiz, mas sabendo que escolher uma era contrariar duas, ordena que o príncipe troiano Páris decida.

Páris foi abandonado no alto de uma colina, recém nascido, pelo seu pai, rei de Troia. Príamo sentenciou seu filho à morte por receio de uma previsão de um oráculo, de que um dia seu filho derrubaria seu império. O príncipe é encontrado por um pastor e criado em meio as ovelhas.

Hermes foi responsável por lhe enviar a maçã e lhe informar dessa dúbia honra que lhe era conferida pelo rei dos deuses. Páris decide dividir a maçã em três, mas Hermes não aceita e a estratégia e pede que as deusas apareçam. Elas se exibem perante o jovem: Hera lhe oferece o governo do mundo; Atena promete torná-lo o mais poderoso e justo dos guerreiros; e Afrodite abre sua túnica e oferece o cálice do amor, prometendo-lhe a mulher mortal mais bonita do mundo como esposa.

O resultado foi previsível. Paris entrega a maçã sem nenhuma hesitação à Afrodite. As deusas Hera e Atena dizem que não se magoaram, mas saem de braços dados confabulando a ruína de Troia

Páris recebe como prêmio a rainha da Helena, eles se apaixonam e fogem para Troia. Mas, inconvenientemente ela era casada com Menelau, que era camarada de Ulísses. Eles atravessam o mar com mil navios e depois de um cerco de dez anos e todo desenrolar da guerra, resgatam Helena e destroem Troia e de toda a casa real.

Cama de Procusto

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Procusto era o apelido do lendário ferreiro e gerente de um retiro no Monte Korydallos na cidade de Elêusis, famosa na Grécia antiga. Ele era o filho de Poseidon, deus dos mares, por isso a sua estatura e força  eram enormes. Seu verdadeiro nome era Damastes era conhecido também por ser trapaceiro e bandido, foi apelidado de Procusto, que significa “esticar”.

Conta o mito que  Procusto forçava os viajantes que buscavam estadia no seu retiro a se deitar numa cama de ferro que tinha exatamente sua estatura e quem não se encaixava, ou porque sua altura era maior do que a cama, tinha os membros que ficavam pra fora da cama serrados, ou se o infeliz fosse de menor que o comprimento da cama, tinha seus membros esticados até caber exatamente no berço fatídico.

Procusto terminou mal sua existência. Ele foi capturado por Teseu, que o colocou enviesado em sua cama de ferro e submetido ao mesmo sofrimento que muitas vezes tinha aplicado.

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cornucópia

Na mitologia grega é conhecida como cornucópia de Amaltea, conta a história que era uma ninfa-cabra descendente do Sol que viva numa gruta no monte Ida de Creta. Segundo o mito ela seria filha de Meliseo, e teria alimentado Zeus enquanto se escondia do seu pai Cronos.

Quando Zeus era pequeno e era tratado por Amaltea, num ataque de ira, o deus menino agarrou com força o corno da cabra, puxou-o e arrancou-o, produzindo uma enorme dor à sua cuidadora. A medida que se foi fazendo adulto e lembrando-se do acidente, Zeus concedeu ao corno arrancado o dom da abundância; a partir desse momento o corno está sempre cheio de alimentos e bens que o seu dono possa desejar. Quando Amaltea morreu foi levada a Zeus que a transformou na constelação de Capricórnio.

Esse corno é chamado de “a cornucópia” ou “o corno da abundância” símbolo da produtividade da natureza.

Arquivo grátis com 34 contos africanos

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Os contos africanos são mitos e contos lidos são história que são contados a nós como verdade.
Este texto ressalta a importância dos contos, orais e escritos, para a cultura de um povo, que neste caso os povos africanos. No Brasil essa cultura teve e tem grande influencia pois inspira poetas, músicas, dançarinos, estudiosos mestres, e contadores de histórias.
Os mestres contadores de histórias se reportavam a ela para ensinar vários assuntos sobre religião, história valores que sempre trazia um ensinamento, energia e capacidade para transformar o mudo.
Essa cultura africana auxilia tanto homens, mulheres crianças que integram suas origens e passam de geração em geração. Como escreve Celso Sisto.
“O homem já nasce praticamente contando histórias. está inserido numa história que o antecede e com certeza irá sucede-lo.
Essas narrativas são encontradas hoje em livros, jornais e rede informatizada, elas podem ser associadas a critica literária.
Atualmente encontramos livros que retomam traços da cultura negra tais como: a capoeira, dança, na verdade não existe apenas uma África, mas incontáveis ricas em histórias e tradições, de norte a sul, cada uma com suas crenças e religiões, quanto a cultura africana impregnou-se na cultura brasileira.
A riqueza étnica é impressionante responsável por uma herança cultural e artística, talvez uma das maiores riquezas, de história de vida, contos mitos e valores organizada para contribuir no ambiente escolar, que contribui para falar, ler escutar, destacando os fundamentos para a convivência e o exercícios da cidadania na atual sociedade.
Incentivar ao aluno a pratica da pesquisa, discutindo e elaborando junto e coletando depoimento de pessoas e das famílias e comunidade. Que importa é a valorização e investigação na construção de uma cultura, e a oportunidade de um espaço de valorização dos saberes, trocas e descobertas.

Clique aqui e baixe o arquivo em doc. Caso não consiga, envie um email para tamboresfalantes@yahoo.com.br No campo Assunto, escreva: Quero receber o livro 34 contos africanos.

Mitologia: Uma das formas que o homem encontrou para explicar o mundo

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Por considerar a raça humana irremediavelmente perdida e cheia de defeitos, Zeus, o soberano dos deuses, resolveu acabar com ela. Para isso, provocou um dilúvio no mundo para afogar a humanidade. Apenas o casal formado por Deucalião e Pirra seria poupado, em virtude de sua bondade. Zeus os aconselhou a construírem uma arca e se abrigarem nela. Depois de flutuar nove dias e nove noites, sobre as águas da tormenta, a arca parou no topo de uma montanha, onde o casal desembarcou.

Quando as águas baixaram, apareceu Hermes, o mensageiro de Zeus, e lhes disse que o soberano satisfaria qualquer desejo dos dois. Deucalião lhe disse que queriam ter amigos. Hermes determinou que ambos jogassem por cima dos ombros pedras recolhidas do chão. As pedras jogadas por Deucalião se transformaram em homens ao atingir o solo. As pedras de Pirra tornaram-se mulheres e, assim, o mundo foi repovoado.

Muito semelhante ao episódio do dilúvio bíblico, esse mito grego narra a destruição e o ressurgimento da humanidade na Terra. De fato, a mitologia, entre os povos antigos ou primitivos, era uma forma de se situar no mundo, isto é, de encontrar o seu lugar entre os demais seres da natureza.

Era também um modo de estabelecer algumas verdades que não só explicassem parte dos fenômenos naturais ou culturais, mas que ainda dessem formas para a ação humana. Não sendo, porém, nem racional nem teórico, o mito não obedece a lógica nem da realidade objetiva, nem da verdade científica. Trata-se de uma verdade intuída, que dispensa provas para ser aceita.

À mercê de forças naturais

O mito pode ter nascido do desejo e da necessidade de dominar o mundo, para fugir ao medo e à insegurança. À mercê das forças naturais, que são assustadoras, o homem passou a lhes atribuir qualidades emocionais. As coisas não eram consideradas como matéria morta, nem como independentes do sujeito que as percebe: o próprio ser humano.

As coisas, ao contrário, eram vistas como plenas de qualidades, podendo tornar-se boas ou más, amigas ou inimigas, familiares ou sobrenaturais, fascinantes e atraentes ou ameaçadoras e repelentes. Assim, o homem se movia num mundo animado por forças que ele precisava agradar para haver caça abundante, para fertilizar a terra, para que a tribo ou grupo fosse protegido, para que as crianças nascessem e os mortos pudessem ir em paz para o além.

Mito, magia e desejo

O pensamento mítico, portanto, está muito ligado à magia e ao desejo de que as coisas aconteçam de um determinado modo. A partir dele desenvolveram-se os rituais, como técnicas de obter os acontecimentos desejados. O ritual é o mito em ação. Já nas cavernas de Lascaux e Altamira, o homem do Paleolítico (12.000 a 5.000 a.C.) desenhava os animais – com um estilo muito realista, diga-se de passagem – e depois os atacava com flechas, para garantir o êxito da caçada.

O mito tem funções determinadas nas sociedades antigas e primitivas. Inicialmente, ele serve para acomodar e tranquilizar o homem num mundo perigoso e assustador, dando-lhe segurança. O que acontece no mundo natural passa a depender, através de suas ações mágicas, dos atos humanos. Além disso, o mito também serve para fixar modelos exemplares de todas as atividades humanas.

Atualizando o sagrado

O ritual é a repetição dos atos dos deuses, que foram executados no início dos tempos e que devem ser imitados e repetidos para as forças do bem e do mal se manterem sob controle. Desse modo, o ritual é uma atualização dos acontecimentos sagrados que tiveram lugar no passado mítico.

Assim, o mito é uma primeira narrativa sobre o mundo, uma primeira atribuição de sentido ao mundo, na qual a afetividade e a imaginação exercem grande papel. Sua função principal não é propriamente a de explicar a realidade, mas a de adaptar psicologicamente o homem ao mundo.

O mito primitivo é sempre um mito coletivo. O grupo, cuja sobrevivência precisa ser assegurada, existe antes do indivíduo. É só através do grupo que os sujeitos individuais se reconhecem enquanto tal. O indivíduo só tem consciência, só se conhece como parte do grupo, da tribo. Através da existência e do reconhecimento dos outros, ele se afirma enquanto ser humano.

A prevalência da fé

Outra característica do mito é a de apresentar-se como uma verdade que não precisa ser provada e que não admite contestação. A sua aceitação decorre da fé e da crença. Não é uma aceitação racional, fundamentada em provas e raciocínios.

Sob essa perspectiva coletiva, a transgressão da norma, a não-obediência da regra afeta o transgressor e toda sua família ou comunidade. Desse modo é criado o tabu – a proibição -, cuja desobediência é extremamente grave. Só os ritos de purificação podem restaurar o equilíbrio da comunidade e evitar que o castigo dos deuses recaia sobre todos.

A imortalidade do mito

Mas e quanto aos nossos dias? Por acaso não existem mais mitos? O pensamento filosófico e científico, que tiveram início com os primeiros filósofos, na Grécia do século 6 a.C., teriam ocupado todo o lugar do conhecimento e condenado à morte o modo mítico de nos situarmos no mundo?

Essa é a posição defendida por Augusto Comte, filósofo francês do século 19, fundador de uma corrente filosófica chamada positivismo. As ideias positivistas explicam a evolução da espécie humana em três fases: a mítica (religiosa), a filosófica (metafísica) e a científica. Esta última seria o ápice do desenvolvimento humano e não só é considerada superior às outras, como também seria a única válida para se chegar à verdade.

Além da razão

Porém, ao opor a razão ao mito, o positivismo empobrece a realidade humana. O homem moderno, tanto quanto o antigo, não é constituído só de razão, mas também de afetividade e emoção. Se a ciência é importante e necessária à nossa construção de mundo, por outro lado ela não oferece a única interpretação válida do real.

Negar o mito é negar uma das formas fundamentais da existência humana. O mito é a primeira forma de dar significado ao mundo: fundamentada no anseio de segurança, a imaginação cria histórias que nos tranquilizam, que são exemplares e nos orientam no dia-a-dia.

Os super-heróis e os salvadores da pátria

Na verdade, independentemente de nosso desenvolvimento intelectual, o mito continua a nos acompanhar. Sua função de criar narrativas mágicas subsiste, por exemplo, na arte e permeia a nossa vida diária.

Atualmente, os meios de comunicação de massa trabalham os desejos e anseios que existem na nossa natureza inconsciente e primitiva. Os super-heróis dos desenhos animados e das histórias em quadrinhos, por exemplo, encarnam o Bem e a Justiça e assumem a nossa proteção imaginária, exatamente por que o mundo moderno, com todos os seus problemas, especialmente nos grandes centros urbanos, revela-se cada vez mais um lugar extremamente inseguro.

Da mesma maneira, no plano político, certas figuras procuram se transformar em heróis populares, dizendo lutar contra as injustiças sociais e os privilégios. Também artistas e esportistas podem ser transformados em modelos de existência: são fortes, saudáveis, bem alimentados, etc. Até as telenovelas, ao trabalhar a luta entre o Bem e o Mal, estão lidando com valores míticos, pré-reflexivos, que se encontram dentro de todos nós.

Além de mitos, o mundo moderno também tem seus rituais. Afinal, as festas de formatura, de Ano Novo, os trotes dos calouros, os bailes de quinze anos, não são em tudo semelhantes aos antigos rituais de passagem das velhas tribos e clãs?

Antonio Carlos Olivieri (fonte)

Éolo

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fim do mundo

O deus Éolo vivia numa ilha flutuante na Eólia com seus doze filhos. Foi presenteado por Zeus e recebeu o poder de despertar e acalmar os ventos tornando-se o deus dos ventos.

Odisseu, herói grego, indo visitá-lo foi presenteado por Éolo com uma sacola de couro com todos os ventos dentro. Foi recebido como convidado de honra.

Ao partir, Odisseu teve sua sacola de couro aberta por seus marinheiros que pensavam ter dentro da sacola ouro. Varridos pelos ventos voltaram à ilha de Éolo, mas este enfurecido se negou a ajudá-lo.

fonte.

Palas Atena

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Atena era a filha predileta de Zeus, porém quando Métis ficou grávida, Zeus engoliu a esposa com medo de sua filha nascer mais poderosa que ele e lhe tirar o trono, mas para que isso acontecesse convenceu Métis a participar de uma brincadeira divina, onde cada um se transformava em um animal diferente e Métis pouco prudente acabou se transformando em uma mosca, e Zeus a engoliu. Métis foi para a cabeça de Zeus. Mas com o passar dos anos, Zeus sentiu uma forte dor de cabeça e pediu para que Hefesto lhe desse uma machadada, foi então que Atena já adulta saltou de dentro do cérebro de seu pai, já com armadura, elmo e escudo.

Mitologia – livro virtual

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Oi leitores!

Nessas cem história, as forças da natureza tomam vida, forma-se o Universo, nasce o homem, surgem os animais e explicam-se, segundo a ótica mágica da mitologia greco-romana, os primórdios da existência e da história da humanidade. Os mitos não são mitos, mas personagens vívidos e de carne e osso, tudo isso contado numa prosa acessível.

As maiores batalhas do mundo antigo, o nascimento dos mais célebres heróis de então, os principais episódios envolvendo deuses e deusas do Olimpo, mortais, imortais, monstros e bestas são aqui relatos na sua forma original: com o vigor da ficção. Nas cem histórias que compõem este livro, as forças da natureza tomam vida, forma-se o Universo, nasce o homem, surgem os animais e explicam-se, segundo a ótica mágica da mitologia greco-romana, os primórdios da existência e da história da humanidade. Os mitos não são mitos, mas personagens vívidos e de carne e osso, que pensam, sentem e amam – tudo isso contado numa prosa acessível – e que compõem o berço da cultura.

Jogo: Teseu e o Minotauro

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Jogo: Teseu e o Minotauro

Neste jogo, tente fazer Teseu escapar do Labirinto do Minotauro. Movimente Teseu utilizando as setas de direção, buscando o melhor caminho para achar a saída. Para passar a vez, aperte a tecla “Espaço”. Cuidado! O minotauro é bem mais rápido que Teseu e, neste jogo, você não pode contar com os fios da bela Ariadne para guiá-lo nesta difícil empreitada.

Para jogar, é só clicar na imagem

A Lenda do Minotauro

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A Lenda do Minotauro

O Minotauro é uma figura mitológica criada na Grécia Antiga. Com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, esta personagem encheu o imaginário dos gregos, levando-lhes medo e terror.
De acordo com o mito, a criatura habitava num labirinto na Ilha de Creta que era governada pelo rei Minos. O rei Minos, antes de se tornar rei de Creta, havia feito um pedido ao deus Poseidon para se tornar o rei. Poseidon aceita o pedido, mas em troca pediu a Minos que sacrifique, um lindo touro branco. Ao receber o animal, o rei ficou tão impressionado com sua beleza que resolveu sacrificar um outro touro em seu lugar, esperando que o deus não se apercebesse.
Poseidon chateado com a atitude do rei, resolveu castigá-lo!
Então, faz com que a esposa de Minos, Pasífae, se apaixonasse pelo “touro” acabando também por ficar grávida deste.
Desta união nasceu o Minotauro. Desesperado e com muito medo, Minos pediu a Dédalos que lhe construísse um labirinto gigante para prender a criatura.
O labirinto foi construído no subsolo do palácio de Minos, na cidade de Cnossos, em Creta.
Rei Minos aprisionou Dédalo e seu filho Ícaro por muitos anos para que trabalhassem para ele – aprisionados Dédalo fugiu da ilha em direção à ilha de Sícilia e perde seu filhos que morre afogado no mar ao se aproximar demais do sol.
Rei Minos entrou em guerra por motivos bobos contra a cidade de Atenas, depois de derrotá-la ordenou que fossem enviados à cada 9 anos, sete rapazes e sete meninas de Atenas para serem devorados pelo Minotauro.
Após o terceiro ano de sacrifícios, o herói grego Teseu resolve apresentar-se voluntariamente para ir a Creta matar o Minotauro.
Ao chegar à ilha, Ariadne (filha do rei Minos) apaixonou-se pelo herói grego e resolveu ajudá-lo, entregando-lhe um novelo de lã para que Teseu pudesse marcar o caminho na entrada e não se perdesse no grandioso e perigoso labirinto. Tomando todo cuidado, Teseu escondeu-se entre as paredes do labirinto e atacou o monstro de surpresa. Usou uma espada mágica, com que Ariadne o presenteara, pondo fim aquela terrível criatura.
O mito do Minotauro passou de geração em geração e era uma maneira dos gregos ensinarem o que poderia aconteceu àqueles que desrespeitassem ou tentassem enganar os deuses.

O Minotauro

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Medusa

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Medusa é um ser da mitologia grega que tinha cobras no lugar do cabelo e transformava qualquer ser vivo que a olhasse diretamente nos olhos em pedra.

Medusa vivia em uma caverna até um dia em que o herói Perseu resolveu combatê-la. Teve uma ideia genial para não ser transformado em pedra e venceu! Assista ao vídeo acima que conta a história da Medusa.

Mitologia para Crianças

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Zeus é o maior deus da Mitologia Grega. Ele quase foi devorado pelo seu pai, Cronos, quando bebê, mas sobreviveu e tomou o trono para si!
Com ajuda de seus irmãos, Zeus construiu o maior império de deuses. Assista ao desenho animado e conheça melhor a história.

Se Hades te oferecer comida, nunca aceite! Assista ao desenho animado e entenda a lenda do rei do submundo dos mortos da mitologia grega.

Na mitologia grega, os Ciclopes são três monstros gigantes de um olho só que pastoreiam ovelhas.
Veja no desenho animado como um grupo de heróis derrotou os monstrengos com usando a astúcia!

Os centauros viviam em paz com os humanos – até o dia em que um deles captura a bela Hipodâmia – e assim a amizade entre homens e centauros nunca mais foi a mesma!
Assista ao vídeo abaixo para conhecer a lenda dos centauros.

Quimera é um monstro da mitologia grega que tem três cabeças: de leão, de cabra e de serpente.
O bicho solta fogo pelo nariz e domina a região em que mora, assutando as pessoas do lugar. Até que um dia o herói Belerofonte, montado no cavalo Pégaso, o derrota!
Assista ao vídeo abaixo para conhecer a lenda da Quimera.

Medusa é um ser da mitologia grega que tinha cobras no lugar do cabelo e transformava qualquer ser vivo que a olhasse diretamente nos olhos em pedra.
Medusa vivia em uma caverna até um dia em que o herói Perseu resolveu combatê-la. Teve uma ideia genial para não ser transformado em pedra e venceu! Assista ao vídeo abaixo que conta a história da Medusa.

Historinha de Hermes, o mensageiro do Olimpo.

Historinha de Pégaso e Belerofonte.

Conheça a Radio Pipoca

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(infelizmente o site rádio pipoca não se encontra mais no ar)

Radio Pipoca

 A proposta da Rádio Pipoca é mostrar aos pais e educadores que a Internet pode ser um ambiente de aprendizado e diversão. Crianças e adultos ficam fascinados com boas histórias. Elas alimentam a imaginação, a capacidade de sonhar e de criar relações entre o que conhecemos, o mundo em que vivemos e o nosso papel nele.


A Rádio Pipoca acompanha as mudanças na forma em que as pessoas, especialmente as crianças, se relacionam com a tecnologia. E busca aliar esse novo conhecimento com conteúdo de qualidade, propondo-se a resgatar o hábito de pais e filhos ouvirem histórias juntos, num ambiente sadio e divertido que combina o charme do rádio com a praticidade da internet. 
Equipe Rádio Pipoca

Hermes:

Pégaso e Belerofonte

folclore

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Baseado na cantoria de Elomar Figueira de Melo , Cantiga do Boi Encantado Aruá

Relata a história de um fazendeiro orgulhoso cujo poder é desafiado sete vezes pela extraordinária aparição do BOI ARUÁ, o Boi Misterioso, até o derradeiro confronto quando se despoja das máscaras e celebra fraternalmente a vitória sobre si mesmo.

O filme “Boi Aruá”:

Como documento do cotidiano no Nordeste do Brasil, mais especificamente o sertão catingueiro, o mito do “Boi Aruá” é fiel à gente que ainda hoje coloca na solidariedade seu mais forte recurso para enfrentar a dureza de uma região pobre sujeita a secas periódicas, quando o único jeito se torna migrar para os grandes centros urbanos, abdicando de sua imensa riqueza cultural. Realizado na técnica manual na década de 1980 é um longa metragem que coloca em 7 desafios o confronto do fazendeiro Tiburcio, homem orgulhoso e cruel, diante do boi encantado que representa seu ego inflado, história que circula nas feiras populares em livrinhos que expressam simbologia de intensa poesia, a chamada literatura de cordel.

Tem nos vaqueiros de Monte Santo, Bahia, as vozes dos personagens e como trilha sonora a sinfonia “Sertania” executada pela Orquestra Sinfônica da Bahia, criada para o filme pelo compositor Ernst Widmer incluindo a “Canção do Boi Encantado” de Elomar Figueira de Mello. “Boi Aruá” que na versão em DVD tem 60 minutos de duração, compõe o transcurso de um homem que abdica do orgulho pelas respostas que a vida lhe traz, compartilhando finalmente os bens que farão dele próprio e de seus contemporâneos, pessoas mais amorosas e fraternas. “Eu por primeiro, meus amigos por derradeiro” se transforma no lema “Meus amigos por primeiro, eu por derradeiro” significado maior de uma vida que cumpriu seu processo de individuação, tornando o indivíduo senhor de si mesmo.

Medusa

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Medusa

Medusa é uma figura mitológica grega. Segundo a lenda, Medusa tinha corpo e rosto de uma bela mulher, asas de ouro e presas de bronze.
Medusa (“a ladina”), e suas irmãs Esteno (“a forte”) e Euríale (“a que corre o mundo”), eram conhecidas como as irmãs Górgonas. Seus pais, Fórcis e Ceto, eram divindades marinhas.

Em um dos templos de Atena (deusa grega da sabedoria), Medusa teria feito amor com Poseidon (deus do mar), o que levou a deusa, furiosa, a transformar Medusa e suas irmãs em seres repugnantes, com pele escamosa e serpentes enormes na cabeça.

Dentre as três, Medusa foi a mais castigada. Além da terrível aparência, Atena a tornou mortal, e lhe deu um poder terrível… Seu olhar transformava quem a olhasse em estátua de pedra.

Medusa e suas irmãs passaram a viver em uma caverna, no extremo ocidente da Grécia, junto a um país chamado Hespérides. Conta à lenda que nos arredores dessa caverna, existiam inúmeras estátuas de homens e animais petrificados. As irmãs Górgonas eram temidas por toda a Grécia.

Em uma ilha chamada Cíclades, um rei tirano chamado Polidectes, ordenou a um jovem chamado Perseu, que decepasse e lhe trouxesse a cabeça de Medusa, caso contrário violentaria sua mãe, Dânae.

Sensibilizada, a deusa Atena ajudou Perseu, cedendo a ele um elmo que lhe tornava invisível, sandálias aladas, um alforje chamado quíbisis (para transportar a cabeça da Medusa), e um escudo de bronze brilhante para que ele pudesse enfrentar Medusa e suas irmãs.

Perseu entrou então na caverna das irmãs Górgonas enquanto elas dormiam e se aproximou de costas, guiado pelo reflexo do seu escudo, e utilizando o elmo que o tornava invisível. Pairou por cima das irmãs Esteno e Euríale graças às sandálias aladas e chegou até Medusa. Como não podia olhar diretamente para ela, mirou sua cabeça através do reflexo de seu escudo e decapitou-a. Guardando a cabeça no quísibis, partiu sem que Esteno e Euríale o pudessem seguir, já que ainda usava o elmo da invisibilidade.

Atena foi presenteada por Perseu com a cabeça de Medusa, a qual foi colocada no escudo da deusa para sua proteção.

fonte

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Nessas cem história, as forças da natureza tomam vida, forma-se o Universo, nasce o homem, surgem os animais e explicam-se, segundo a ótica mágica da mitologia greco-romana, os primórdios da existência e da história da humanidade. Os mitos não são mitos, mas personagens vívidos e de carne e osso, tudo isso contado numa prosa acessível.

As maiores batalhas do mundo antigo, o nascimento dos mais célebres heróis de então, os principais episódios envolvendo deuses e deusas do Olimpo, mortais, imortais, monstros e bestas são aqui relatos na sua forma original: com o vigor da ficção. Nas cem histórias que compõem este livro, as forças da natureza tomam vida, forma-se o Universo, nasce o homem, surgem os animais e explicam-se, segundo a ótica mágica da mitologia greco-romana, os primórdios da existência e da história da humanidade. Os mitos não são mitos, mas personagens vívidos e de carne e osso, que pensam, sentem e amam – tudo isso contado numa prosa acessível – e que compõem o berço da cultura.