os três filtros de Sócrates

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“Encontrar uma mulher no trabalho não deveria ser tão difícil”

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Este foi o slogan da nova campanha da ONU Mulheres para demonstrar a desigualdade de gênero no mercado de trabalho, principalmente nas áreas de ciências, exatas e na política.

A campanha fez uma releitura de “Onde está Wally?”, trocando o conhecido personagem de vermelho e branco por uma mulher – em um mar de homens. A iniciativa chamada “Finding Her” (ou “Encontrando ela”, em tradução livre), criada pela agência DDB Dubai, foi divulgada no Dia Internacional da Mulher, na semana passada, no Egito.

De acordo com dados do site Catalyst, as mulheres representavam menos de 30% da força de trabalho na área da pesquisa e desenvolvimento em todo o mundo no ano de 2013. Na América Latina e Caribe, o número de mulheres neste campo aumentava para 44,3%.

No Reino Unido, as mulheres representam apenas 12,8% da força de trabalho nas áreas de ciências, matemática, engenharia e tecnologia. Entre 2012 e 2015, a proporção de mulheres aumentou apenas 0,2 ponto percentual.

A série de ilustrações desafia o público a encontrar apenas uma mulher em ambientes de trabalho nos campos da Ciência, Tecnologia e Política. Você consegue encontrá-las?

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regras modernas de etiqueta

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Etiqueta é quando você se comporta melhor do que o mínimo necessário.

Infelizmente, muita gente considera que seguir normas de etiqueta é algo fora de moda, e tem a sensação de que obedecer a tais regras é coisa de gente arrogante e fútil. Mas não é bem assim.

Na verdade, os fundamentos da etiqueta são muito simples. É questão de se expressar usando palavras agradáveis, ser cordial, ter boa apresentação pessoal e habilidade para não se deixar levar pelas emoções.

Veja algumas regras modernas de etiqueta que todos os que têm respeito pelos outros e por si mesmo deveriam conhecer.

  • Se você diz a frase ’Você é meu convidado’, quer dizer que você vai pagar a conta. Outra maneira de dizer seria: ’O que você acha de irmos a um restaurante?’. Neste caso, cada um paga sua parte. Só se uma das pessoas se oferecer para pagar tudo, aí sim, a outra pode aceitar.
  • Nunca visite alguém sem avisar antes. Se alguém chega em sua casa sem prévio aviso, é porque não se importa que você o receba vestindo as roupas que usa quando está sozinho. Uma dama britânica disse uma vez que, se chegam visitas inesperadas a sua casa, ela rapidamente pega o chapéu e o guarda-chuva. Caso a pessoa que acaba de chegar for do seu agrado, ela diz: ’Ah, que bom, eu também acabei de chegar!’. Mas se a visita é de alguém inoportuno, ela diz: ’É uma pena que eu precise sair’.
  • Nunca deixe seu smartphone sobre a mesa em lugares públicos. Do contrário, você estará mostrando a importância que aquele aparelho tem em sua vida e o pouco que se interessa pelo o que acontece ao seu redor. Além disso, seu interlocutor pode entender que você está só esperando o momento preciso para checar seu perfil no Instagram (por exemplo), para atender uma ligação, enfim, para terminar aquela conversa, que não é interessante para você. Isso depõe contra você.
  • Nunca, nunca convide alguém para um jantar romântico se depois for falar com ela só por mensagens de texto. Nunca.
  • O homem não precisa carregar a bolsa da mulher. E o homem só precisa carregar o casaco da mulher para deixá-lo na chapelaria ou no guarda-roupas.
  • Se você está passeando com alguém e ele ou ela cumprimenta uma pessoa que você não conhece, você deve fazer o mesmo.
  • Muitos pensam que sushi só pode ser consumido com os palitinhos chamados de hashi. Mas isso nem sempre é regra. Caso se sinta mais confortável, solicite os talheres com os quais você está acostumado.
  • Calçados devem estar SEMPRE limpos.
  • Não tenha conversas vazias por telefone. Por outro lado, se você precisa falar sobre algo muito sério, o melhor é encontrar-se pessoalmente, ou fazer uma chamada com vídeo em um lugar privado.
  • Se o ofenderam, não vale a pena responder com um palavrão ou com um gesto agressivo, muito menos levantar a mão a quem o ofende. Não se rebaixe ao mesmo nível. Sorria e, cordialmente, retire-se da presença da pessoa.
  • Segundo a tradição, ao andar pela rua, o homem deve ficar ao lado esquerdo da mulher.
  • Os motoristas não podem esquecer que molhar os pedestres ao passar com o carro em uma poça d’água é a pior de todas as faltas de respeito.
  • Se não tem intimidade com seu interlocutor, não é prudente falar sobre: idade, riqueza, problemas domésticos, religião, política, relações amorosas, presentes e procedimentos médicos.
  • Ao chegar ao cinema, teatro ou show, a forma correta de chegar aos lugares reservados é ficando de frente com que está sentado.
  • Um homem nunca deve tocar numa mulher sem seu consentimento, nem segurar sua mão, nem se aproximar demais durante uma conversa. Não se deve segurá-la pelo braço, a não ser, é claro, se precisar ajudá-la a subir em um meio de transporte ou em outra situação parecida.
  • Se alguém tenta dirigir-se a você de maneira inadequada, usando algo como ’Ei, você’, não vale a pena atendê-lo. Também não vale a pena querer educar os outros, muito menos num encontro breve. O melhor é dar o exemplo.
  • A regra de ouro para usar perfumes é a moderação. Se, ao cair da tarde, você ainda sente o aroma do seu perfume, deve saber que as outras pessoas tiveram que aguentá-lo. E certamente não gostam tanto disso quanto você.
  • Um homem educado nunca deixará de tratar uma mulher com o devido respeito.
  • Na presença de outras pessoas, só fume se todos afirmarem que não se incomodam. Aliás, se possível, não fume nunca mais.
  • Seja quem você for, ao entrar em um recinto, cumprimente primeiro.
  • Permita que as mensagens pessoais continuem sendo pessoais: pais não devem ler a correspondência dos filhos, nem o marido, a correspondência da esposa, e assim sucessivamente. Ler mensagens alheias é uma grande intromissão no espaço pessoal do outro.
  • Não seja uma vítima da moda. É melhor sentir-se bem, ainda que não esteja usando o último lançamento das passarelas. Moda sem estilo nem propriedade não vale de nada.
  • Depois pedir perdão e de ser perdoado, não vale a pena voltar ao assunto e pedir perdão de novo. Não repetir o erro é suficiente.
  • Rir exageradamente, falar muito alto e encarar as pessoas podem ser interpretados como atitudes ofensivas.
  • Não esqueça de agradecer os seus amigos, familiares e pessoas próximas. Agradeça-os, por exemplo, por suas boas ações e pela disposição que eles demonstram para lhe ajudar. Expressar gratidão é um ato de pessoas educadas e sensíveis.

Aqui vão algumas frases que são boas pra serem colocadas em prática:

  • Não tente ofender uma pessoa, por pior que seja a situação. Pode ser que, no fim, o problema se resolva e as palavras fiquem na memória de ambos.
  • Perdoar é recordar sem rancor.
  • Diga sempre a verdade, assim não precisará se arrepender de nada.
  • Nunca zombe dos sonhos dos outros. Use essa energia para atingir os seus sonhos.
  • Se você tiver uma boa ideia, passe-a para o papel.
  • Caso não possa chegar a tempo, não deixe de avisar a quem possa estar esperando você.
  • Não seja fofoqueiro, não julgue. Lembre-se de que o próximo julgado pode ser você.
  • Reconhecer os próprios erros é algo digno dos sábios. O único que não erra é aquele que não faz nada.
  • Não reclame. Os problemas existem para serem resolvidos, não para que reclamemos deles.
  • Olhe sempre para a frente, sem se importar com mais nada. Não se detenha ao atingir uma meta e não fique sentado de braços cruzados.
  • Ao começar o dia, faça o mais difícil e o que você menos gosta de fazer. Assim, você poderá aproveitar melhor a tarde e não sofrer durante todo o dia pensando no que ainda falta ser feito.
  • O tempo que você passa em frente à TV é sempre perdido.
  • Tente não pedir dinheiro emprestado. As dívidas são como uma armadilha: fácil de cair, mas difícil de sair.
  • Educação nunca é demais.
  • Não viva de sucessos nem de derrotas do passado. Seu passado não define o seu futuro.

Para finalizar, deixamos as palavras do icônico ator norte-americano Jack Nicholson:

«Eu presto muita atenção às regras de etiqueta. Não gritar de um cômodo para outro. Não abrir uma porta sem bater antes. Deixar as mulheres passarem primeiro. O objetivo destas regras é muito simples: melhorar nossa vida. Não podemos viver em um estado crônico de guerra contra todos, isso é muito estúpido. Estou sempre atento às minhas atitudes. Isso não é um mito. É uma questão de respeito mútuo que todos compreendem».

(fonte)

cornucópia

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cornucópia

Na mitologia grega é conhecida como cornucópia de Amaltea, conta a história que era uma ninfa-cabra descendente do Sol que viva numa gruta no monte Ida de Creta. Segundo o mito ela seria filha de Meliseo, e teria alimentado Zeus enquanto se escondia do seu pai Cronos.

Quando Zeus era pequeno e era tratado por Amaltea, num ataque de ira, o deus menino agarrou com força o corno da cabra, puxou-o e arrancou-o, produzindo uma enorme dor à sua cuidadora. A medida que se foi fazendo adulto e lembrando-se do acidente, Zeus concedeu ao corno arrancado o dom da abundância; a partir desse momento o corno está sempre cheio de alimentos e bens que o seu dono possa desejar. Quando Amaltea morreu foi levada a Zeus que a transformou na constelação de Capricórnio.

Esse corno é chamado de “a cornucópia” ou “o corno da abundância” símbolo da produtividade da natureza.

USP oferece curso gratuito online sobre Democracia

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Olá pessoal!

A USP está oferecendo através do site da Univesp TV, um curso online gratuito sobre Ciência Política: Qualidade da Democracia. Ele é voltado a pessoas com graduação de nível superior, especialmente bacharéis em Ciências Sociais, Comunicação, Direito, Economia, Administração e Gestão Pública, História, Geografia e Filosofia. Também é aberto a todos com formação superior em qualquer área do saber.

O curso também pode ser interessante àqueles que desejam ingressar em mestrado ou doutorado com o intuito de desenvolver dissertações.

A Univesp TV é o canal de comunicação da Universidade Virtual do Estado de São Paulo, a quarta universidade pública paulista e visa ao incentivo à formação integral do cidadão.

Este curso de Qualidade da Democracia é apresentado gratuitamente em forma devideoaulas online, que você pode assistir a hora que quiser. Há ainda a possibilidade de fazer anotações sobre questionamentos, opiniões e dúvidas enquanto assiste o vídeo, e receberá tudo em seu email.

O curso

São 9 aulas do curso regular de pós-graduação ministradas pelo docente José Álvaro Moisés do departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Nessas aulas são trabalhados os conceitos de qualidade da democracia, instituições democrátricas e cultura política. O professor comenta as ondas democráticas que mudaram países em todo mundo a partir do século XVIII e entra na discussão sobre a qualidade dos regimes democráticos que surgiram. É só acessar o site e começar a estudar.

Conteúdo programático

  • Aula 1 – Introdução: Os principais conceitos
  • Aula 2 – Cultura Política e Instituições Democráticas: A democracia e os outros regimes
  • Aula 3 – Primado da Lei: Margareth Mead e Ruth Benedict
  • Aula 4 – Accountability: A obrigação de prestar contas
  • Aula 5 – Modernização, Cultura Política e Instituições: As velhas e novas democracias
  • Aula 6 – A Terceira Onda: Liberdade e Igualdade
  • Aula 7 – Análise Brasil: Confiança política e accountability
  • Aula 8 – Sistema Político e Presidencialismo: A confiança política nas instituições
  • Aula 9 – Balanço Geral: Resumo do curso

O curso sobre Qualidade da Democracia oferecido pela USP é mais uma dica que o Canal do Ensino traz para te ajudar a expandir a mente, pensar diferente e aumentar ainda mais seus conhecimentos.

Boas aulas! (fonte)

todos os dias

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Cópia de Publicação1

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

#NãoTemDesculpa

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A campanha traz frases usadas para justificar pequenos desvios de conduta – e até delitos – no dia a dia.

Procuramos chamar a atenção e promover a reflexão de que, mesmo que pequeno, um erro ainda é um erro.

O importante é agirmos sempre com ética e honestidade, sem desviar o olhar para os lados. Grande, média ou pequena, todas as corrupções devem ser evitadas.

Quem faz o certo não precisa de justificativas.

Existem muitas frases ainda usadas para justificar pequenos desvios de conduta no nosso dia a dia.

É comum ouvirmos um “mas todo mundo faz!”, indicando que a ação não é um fato isolado. Porém, um erro continua sendo um erro mesmo que todos o cometam.

Então é isso! Não espere pela mudança, seja você mesmo o promotor dela 

Quem faz o certo não precisa de justificativas.

Que o exemplo precisa vir de cima, não existem dúvidas.

Mas cabe lembrar que ele pode vir de todos os “lados”, de todos nós. Utilizar essa expressão como desculpa para cometer desvios de conduta não está com nada

Então é isso! Não justifique um erro seu pelo fato de alguém também tê-lo cometido.

Quem faz o certo não precisa de justificativas

Muita gente ainda insiste em utilizar diferentes desculpas, ao invés de acabar com o hábito de cometer pequenos desvios de conduta no dia a dia.. “Ninguém está vendo” é uma delas.

Mas não adianta, não é pelo fato de ninguém ter visto que deixou de ser errado. Às escondidas ou às claras, um erro é um erro. Pense nisso.

Ande na linha. Quem faz o certo não precisa de justificativas.

 

Estacionar em vagas reservadas exclusivamente para idosos e pessoas com deficiência, além de infração de trânsito, é uma grande falta de respeito!

Então é isso! Mesmo que seja “rapidinho” ou “rapidíssimo”, não ocupe o espaço de quem necessita desta atenção especial.

Quem faz o certo não precisa de justificativas.

É isso, né gente? Essa história de usar as falhas dos outros para justificar os nossos erros não cola mais.

O importante é agirmos sempre com ética e honestidade, sem desviar o olhar para os lados. Grande, média ou pequena, todas as corrupções devem ser evitadas.

Quem faz o certo não precisa de justificativas.

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10 erros que as pessoas cometem quando falam de Direitos Humanos

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10 erros que as pessoas cometem quando falam de Direitos Humanos

 

  1. “Os Direitos humanos só defendem bandidos” ou “Direitos dos manos”

Começamos com a clássica e campeã de audiência. Quem diz isso por aí não sabe que os direitos humanos atuam na garantia dos direitos fundamentais a todos os seres humanos, mas principalmente com os grupos de maior vulnerabilidade social, como crianças e adolescentes, população idosa, pessoas com deficiência, moradores em situação de rua, mulheres, população LGBT e pessoas em privação de liberdade. Também não conhece a Declaração Universal dos Direitos Humanos , que afirma, no Artigo 1º, que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”.

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  1. “Direitos Humanos para humanos direitos”

Lembrando que, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, “os direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição”. ❤

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3. Tá com pena? Leva pra casa!

Mas pera aí, quem disse que Direitos Humanos defende impunidade? Cometeu crime no Brasil, o sistema de Justiça criminaliza.

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4. “Bandido bom é bandido morto”

Tá tendo confusão aí! Não dá para confundir a noção de justiça com o desejo de vingança. As leis existem para que os cidadãos cumpram com deveres e, quando não cumprem, são responsabilizados de acordo com o que está na legislação. Está na Constituição Federal que é competência do Estado cuidar da segurança pública. Não é atribuição do cidadão. Então, nada de sair por aí defendendo “justiça com as próprias mãos”.  Além disso, lembremos que a Constituição garante os direitos fundamentais a todos os cidadãos, mesmo àqueles que estão em privação ou restrição de liberdade.

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5. Liberdade de expressão ou é “mas é só minha opinião”

É garantido o seu direito de dizer o que quiser, maaaaas se ofender alguém e for crime (como racismo, por exemplo), terá que responder pelo que disse. Liberdade de expressão tem limite no direito do outro. Nada de confundir liberdade de expressão com violação de Direitos Humanos e discurso de ódio. #ficadica

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  1. Homofobia não existe

Para justificar discursos homofóbicos, tem muita gente dizendo nas redes que a homofobia não existe. A palavra é um neologismo utilizado para identificar discursos de ódio e discriminação contra pessoas homossexuais e a homossexualidade. Outros termos foram cunhados a partir desse, como a lesbofobia e a transfobia, para dar visibilidade aos problemas enfrentados pela comunidade lésbica, travesti e transexual. Portanto, não podemos levar o termo (homo = igual + phobia = medo) ao pé da letra. O preconceito e a discriminação contra homossexuais e pessoas trans faz vítimas diariamente. Dados do Disque 100 – o Disque Direitos Humanos – mostram mais de 500 denúncias no primeiro semestre de 2015. As violações registradas no módulo da população LGBT revelam alta incidência de discriminação com 77,10%, e violência psicológica com 69,54%, seguidos de 30,27% em violência física, 8,05% de negligência, 13,33 % em outras violações.

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  1. Mulher que se dá o respeito não é vítima de violação

Não, a culpa nunca é da vítima. Sabe por quê? Porque o corpo da mulher não é público. Chega de reproduzir a cultura machista e sexista. As mulheres têm direito a fazer o que bem entenderem com os seus corpos e se portarem da maneira como acharem melhor.

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8. Feminismo luta pela superioridade da mulher e não pela equidade de gênero

Gentenn. Não é privilégio e nem superioridade. Vamos lá. O feminismo luta por igualdade de direitos. O feminismo não luta por superioridade das mulheres em relação aos homens, mas sim para que as mulheres sejam tratadas de maneira igual quanto à garantia e ao cumprimento de direitos. Queremos igualdade salarial; segurança contra assédios, abusos sexuais e contra a violência motivada por expectativas impostas sobre um gênero; queremos aceitação corporal e negação de padrões impostos sobre a aparência e comportamento da mulher.
Separamos um vídeo muito legal do Lado M pra explicar direitinho o que é feminismo. Dá uma conferida!

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  1. A Lei Maria da Penha não é necessária

Homens, principalmente, advogam contra a Lei Maria da Penha dizendo que morrem mais homens do que mulheres. Sim, isso é correto. Mas eles não são vítimas de violência de gênero. Acredita que ainda têm mulheres que simplesmente morrem pelo simples fato de ser mulher. Como assim? É isso. A violência contra mulheres no país só cresce. Dados do Mapa da Violência – Homicídios de Mulheres da Flacso Brasil (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais) mostram que o número de vítimas do sexo feminino passou de 3.937 para 4.762, um aumento de 21% na década. Essas 4.762 mortes em 2013 representam 13 HOMICÍDIOS femininos DIÁRIOS, no período de 2003 a 2013.

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  1. O racismo só existe porque se fala nele ou Não existe racismo

Não falta justificativa para dizer que não há racismo na nossa sociedade. Primeiro, precisamos reconhecer que o racismo é estruturante na sociedade. É isso mesmo, vem do período da escravidão do Brasil. Racismo existe, é crime inafiançável no Brasil. Mas… as crianças não nascem racistas. O que acontece é que os discursos preconceituosos são reproduzidos pelos pais, os avós e pela sociedade. É o que chamamos de racismo cordial, ou seja, relativizamos o preconceito, quando ele está nas nossas relações pessoais e afetivas. Por exemplo: “Eu não sou racista, tenho amigos negros”.

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Agora que você conheceu melhor pra que serve os Direitos Humanos e o que diz a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que tal ser um defensor dos Direitos Humanos nas redes e fora delas?

fonte

Retratos do fim do mundo

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É cada vez maior o número de evidências científicas que comprovam que a exploração da Terra está muito próxima de seu limite. O alerta é grave, mas nem tudo está perdido

Área central de Barcelona, Espanha, cidade com 5 milhões de habitantes numa área de 91 km2

Vítimas do terremoto de 2010 que devastou o Haiti se atropelam na fila de distribuição de alimentos

A ONU estima que as cidades produzam cerca de 1,3 bilhão de toneladas de resíduos sólidos por ano. Os padrões crescentes de consumo e a falta de políticas adequadas de tratamento de lixo podem elevar esse número a 2,2 bilhões de toneladas em 2025, o que teria consequências graves para o meio ambiente e a saúde humana. Na imagem, lixão a céu aberto em Bangladesh

Surfista encara um tubo em meio a detritos dos mais variados tipos numa praia da Indonésia


O livro reúne textos e imagens de fotógrafos do mundo todo que retratam os danos causados pelo homem ao meio ambiente e a si próprio. A obra, organizada por Tom Butler, disponível apenas em inglês, pode ser adquirida no site populationspeakout

Excedendo os limites

O cientista sueco Johan Rockström, chefe de um renomado centro de estudos de resiliência do planeta na Universidade de Estocolmo, criou um método para quantificar os danos causados pela humanidade à Terra. Ele estipulou nove limites que precisam ser assegurados para que o nosso mundo continue habitável – pelo menos para as formas de vida como as conhecemos, inclusive a nossa.

As fronteiras definidas pelo ambientalista dizem respeito: 1) às mudanças climáticas; 2) à extinção das espécies e à perda da biodiversidade; 3) à contaminação de ecossistemas com elementos como nitrogênio e fósforo; 4) ao desmatamento e à degradação da terra; 5) às emissões de partículas como os aerossóis na atmosfera; 6) à diminuição da camada de ozônio; 7) à acidificação dos oceanos; 8) ao uso de água potável; 9) ao despejo de poluentes (plástico, materiais radiativos, etc.) no meio ambiente.

– fonte.

Questionário para os quintos anos das EMEB´s do município de Indaiatuba, vinculado à disciplina de Filosofia – área de ética e meio ambiente.

o bem e o mal

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O BEM E O MAL

 

O bem é bem, mesmo que poucos o façam

O mal é mal, mesmo que todos o façam.

Saber selecionar o bem do mal diferencia o homem do animal.

 

O bem e o mal não são relativos às circunstâncias de tempo ou lugar

Está presente na no coração de cada um enquanto senso de pudor.

É na consciência de cada um: una, indivisível e igual para todos que nascem os conceitos de bem e mal, é essa consciência que diferencia o bem do mal e nos permite escolher, é nosso “senso de pudor”, aceso no coração humano, que não sofre influência cultural, que nos permite escolher sem medo a pratica do bem.

Veja quem foi Hannah Arendt.

sobre a “banalidade do mal”: o conceito aprofundado por Hannah Arendt, explorado no livro “Eichmann em Jerusalém”, surgiu na sequência do julgamento em Jerusalém de Adolf Eichmmann, raptado pelos serviços secretos israelitas na Argentina em 1960, e que a filósofa acompanhou para a revista “The New Yorker”.

Nesta obra a filósofa defende que, em resultado da massificação da sociedade, se criou uma multidão incapaz de fazer julgamentos morais, razão porque aceitam e cumprem ordens sem questionar.

Eichmann, um dos responsáveis pela solução final, não é olhado como um monstro, mas apenas como um funcionário zeloso que foi incapaz de resistir às ordens que recebeu.

O mal torna-se assim banal.

Este livro foi ainda criticado porque Arendt também deu exemplos de judeus e instituições judaicas que se submeteram aos nazis ou cumpriram as suas diretivas sem questionar.

Saiba sobre Eichmann em Jerusalém – Um relato sobre a banalidade do mal

Escravo, nem pensar!

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Entre 1995 e 2013, mais de 47 mil trabalhadores foram resgatados do trabalho escravo em todos os estados brasileiros. Esse crime está presente em atividades como a construção civil, indústria têxtil, produção do carvão, cultivos agrícolas da cana-de-açúcar e soja, além de outros segmentos econômicos.

Muita gente pensa que esse tipo de exploração ainda força pessoas a trabalhar presas a correntes. Não se trata disso. Contudo, a escravidão contemporânea não é menos grave do que aquela do passado, pois a liberdade e a dignidade das vítimas continuam sendo sistematicamente violadas devido às condições desumanas a que são submetidos.

Para entender mais sobre esse fenômeno presente na nossa realidade, assista à animação Ciclo do Trabalho Escravo, do programa Escravo, nem pensar!.

Curso EaD – Política Contemporânea

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O curso ofertado pelo Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) tem como objetivo promover a formação dos alunos a partir da informação científica sobre temas de relevância política, apresentando, por meio do debate, o que se espera das instituições políticas e a forma como funcionam, no Brasil e no mundo.

Os interessados podem fazer sua matrícula e começar o curso a qualquer momento. Basta acessar aqui. Para conhecer os demais cursos oferecidos pelo ILB, acesse www.senado.leg.br/EAD.

Pequeno Tratado das Grandes Virtudes – e-book

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P. Tratado /capa“Se a virtude pode ser ensinada, como creio, é mais pelo exemplo do que pelos livros. Então, para que um tratado das virtudes? Para isto, talvez: tentar compreender o que deveríamos fazer, ou ser, ou viver, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o caminho que daí nos separa. Tarefa modesta, tarefa insuficiente, mas necessária. Os filósofos são alunos (só os sábios são mestres), e alunos precisam de livros; é por isso que eles às vezes escrevem livros, quando os que têm à mão não os satisfazem ou sufocam. Ora, que livro é mais urgente, para cada um de nós, do que um tratado de moral? E o que é mais digno de interesse, na moral, do que as virtudes? Assim como Spinoza, não creio haver utilidade em denunciar os vícios, o mal, o pecado. Para que sempre acusar, sempre denunciar? É a moral dos tristes, e uma triste moral. Quanto ao bem, ele só existe na pluralidade irredutível das boas ações, que excedem todos os livros, e das boas disposições, também elas plurais, mas sem dúvida menos numerosas, que a tradição designa pelo nome de virtudes, isto é (este é o sentido em grego da palavra arete, que os latinos traduziram por virtus), de excelências. “

Se o mundo fosse uma aldeia com 100 pessoas

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  • NASCIMENTOS E MORTES POR ANO: 2 nasceriam e 1 morreria.
  • NACIONALIDADE: 61 são asiáticos, 13 norte e sul-americana, 13 africanas, 12 europeias e 1 oceânica.
  • LINGUAGEM: 17 falam chinês; 8 falam hindi; 9 falam inglês; 7 espanhol; 4 pessoas falam bengali; 4 falam árabe; 3 falam russo; 3 falam português; o resto da população fala outras línguas.
  • COR DE PELE: 30 são brancos as outras 70 teriam outras cores.
  • GÊNERO: 52 são mulheres e 48 são homens.
  • IDADE: 70 são adultos e 30 são crianças.
  • RELIGIÃO: 5 acreditam em espíritos, 6 seriam budistas, 13 hindus; 19 muçulmanos; 24 ateus/outros; 33 cristãos.
  • ORIENTAÇÃO SEXUAL: 90 seriam heterossexuais e 10 homossexuais.
  • ELETRICIDADE: 76 tem acesso à eletricidade e 24 não têm.
  • ENERGIA: 20% consomem 80% e 80% consomem 20%.
  • ALFABETIZAÇÃO: 86 sabem ler e 14 não sabem.
  • EDUCAÇÃO: só 1 tem faculdade, 99 não.
  • COMPUTADOR: 7 possuem computador e 93 não.
  • AR: 68 respiram ar puro e 32 respiram ar poluído.
  • HIV: 1 tem a doença e 99 não.
  • MEDO: 80 não têm motivos para ter medo e 20 vivem com medo da morte por ataque de bombardeio, minas terrestres ou de sequestro por grupos armados.
  • ÁGUA: 83 tem acesso à agua limpa e saudável e 17 não têm acesso à água.
  • DINHEIRO: 6 possuem 59% (todos nos EUA), 74 possuem 39% e 20 dividem 2% da riqueza do mundo.
  • ALIMENTO: 50 não tem fonte confiável e passam fome algumas vezes ou o tempo todo, 30 sempre tem o suficiente para comer (15 estão acima do peso), 20 estão desnutridos e 1 morrendo de fome.
  • LIBERDADE: 48 não podem falar, agir segundo a sua fé e consciência devido à assédio, prisão, tortura ou morte – 52 estariam livres.

Tempos de Rebeldia

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Trata de importantes movimentos de contra-cultura e de seu lugar na história mundial, contextualizando suas características e ações, que, em muitos casos, traziam novas formas de pensar a civilização e o comportamento da sociedade.

O primeiro episódio da série mostra a definição de rebelde e os precursores do Movimento Punk. Por meio dos acontecimentos históricos que surgiram como uma forma de lutar contra o sistema, os jovens começaram a se manifestar através, por exemplo, do Romantismo Francês. Os românticos começaram a viver o estilo de vida boêmio como uma forma de protesto ao sistema. A rebeldia cultural ultrapassou as fronteiras francesas e se disseminou para o resto mundo.

O segundo episódio mergulha no mundo dos hippies e yuppies: jovens que se arriscavam em busca de “percepção” e da liberdade democrática. Conta a história de pessoas como Ken Kesey, o jovem de 26 anos e com dom para a escrita que foi cobaia em experimentos com LSD realizados pela CIA. Essa passagem he rendeu histórias suficientes para escrever o livro “Um estranho no ninho.” Também fala sobre Timothy Leary, um pesquisador e psicólogo de Harvard que se tornou um guru rebelde, bem como do ativista anti-guerra Abbie Hoffman, que liderou uma manifestação de paz em Chicago, em 1968.

O terceiro episódio fala sobre o Movimento Punk, uma manifestação musical surgida nos Estados Unidos, em meados da década de 1970, que encontrou terreno fértil para o seu desenvolvimento na Inglaterra, onde serviu como forma de protesto contra a crescente onda de desemprego. Entrevistas com ícones do movimento, como Malcolm Mclaren, ex-empresário das bandas New York Dolls e Sex Pistols; John Lydon, ex-vocalista dos Sex Pistols e Jello Biafra, vocalista da banda californiana Dead Kennedys, entre outros.

O quarto episódio da série Tempos de Rebeldia foca no surgimentos dos movimentos rebeldes que começaram a lutar pela Natureza a partir década de 1960. Apresenta grupos como Greenpeace e EarthFirst, que zombaram das táticas tradicionais do ambientalismo institucional e começaram a travar ações diretas a tentativa de proteger o planeta. O programa testemunha a história da rebeldia com causa ecológica.

Violência contra a mulher – ligue 180.

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Violência contra a mulher - ligue 180.

clique na imagem para ter acesso ao aplicativo.

O aplicativo “CLIQUE 180” foi desenvolvido para fornecer informações sobre o que fazer em caso de violência contra as mulheres,  tanto para as mulheres que são vítimas de violência, quanto para todas as pessoas que trabalham com o tema, que queiram saber mais sobre o assunto ou que desejem se informar para ajudar uma mulher em situação de violência.

40 % dos casos de violência são cometidos contra homens (Inglaterra). Lembre-se: violência é violência seja contra quem for.

violencia ciclo

violência é um ciclo – interrompa este ciclo! acredite que você pode.

superstição?

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superstição?

É a crença baseada na ideia de que determinadas atitudes, números ou palavras trazem azar ou sorte. Pode ser pessoal, religiosa ou cultural.

Pode ser classificada como superstição religiosa a atitude de abrir uma página da Bíblia ao acaso acreditando que irá obter a resposta para sua aflição.

saiba mais sobre superstição aqui (Conheça algumas crenças culturais universais)

A Vida e o Sonho…

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como será que os sonhos acontecem? este vídeo explica como selecionamos informações racionalmente e como parte delas contribui para nosso material onírico … o filósofo dos sonho Freud, no seu livro “Teoria dos Sonhos” fala que o homem precisa dormir para descansar o corpo e, principalmente, para sonhar: “o sonho é a realização dos desejos reprimidos quando o homem está consciente”. Quando o homem dorme, a consciência “desliga-se” parcialmente para que o inconsciente entre em atividade, produzindo o sonho… existem pessoas que acreditam que através dos sonhos podemos ter acesso à um mundo tão real quanto nossa imaginação pode acreditar e que através dos sonhos podemos nos conhecer melhor e em alguns casos até prever o futuro … o que você acredita? (opine no comentários – saiba mais sobre os sonhos aqui, aqui e aqui!)

os sonhos podem ter vários significados...

os sonhos podem ter vários significados… por via das dúvidas sempre se utilize de preservativos …

Protesto não é crime!

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Protesto não é crime!

Protesto não é crime

A 35 dias da Copa, a Organização Não Governamental (ONG) Anistia internacional iniciou uma campanha nesta quinta-feira, na qual pede que as pessoas deem um cartão amarelo ao governo brasileiro por conta da violência empregada nos protestos nas ruas.

Via Facebook, a entidade pediu que brasileiros façam uma advertência simbólica a favor do direito de protestar. A organização informou que protestar não é crime e lembrou que muitas manifestações foram contidas com balas de borracha.

Na Copa das Confederações, as cidades-sedes foram palco para manifestações que contaram com forte apoio popular. Em muitos casos, as mesmas resultaram em embates entre a população e as forças policiais.

ASSINE A PETIÇÃO


(fonte)

“Morte e Vida Severina”

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“Morte e Vida Severina” é um auto de Natal Pernambucano, escrito pelo poeta João Cabral de Melo Neto, musicado por Chico Buarque e apresentado pelo “TUCA” (Teatro Universitário da Universidade Católica de S. Paulo).
Conta o drama do retirante nordestino, expondo sua luta pela sobrevivência diária e difícil.

Foi representado em Portugal, em Maio de 1966.

(01 – “De sua formosura 02 – “Severino / O Rio (Notícias do Alto Sertão)” 03 – “Mulher na Janela” 04 – “Homens de Pedra” 05 – “Todo o Céu e a Terra” 06 – “Encontro com o Canavial” 07 – “Funeral de um Lavrador” 08 – “Chegada ao Recife” 09 – “As Ciganas” 10 – “Despedida do Agreste” 11 – “O Outro Recife” 12 – “Fala do Mestre Carpina”)

utilitarismo ? sabe

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O Utilitarismo é uma escola filosófica que nasceu no século XVIII, na Inglaterra. Ela estabelece a prática das ações de acordo com sua utilidade, baseando-se para tal em preceitos éticos. Assim, uma atitude só deve ser concretizada se for para a tranqüilidade de um grande número de pessoas. Portanto, antes da efetivação de uma ação, ela deve ser avaliada sob o ponto de vista dos seus resultados práticos.

O Utilitarismo tem um aspecto moral que procura entender a natureza do homem, e para isso leva em conta o fato de que o indivíduo está sempre em busca do prazer, ao mesmo tempo em que tenta fugir da dor. É neste ponto que esta doutrina intervém, pois sua função é propiciar às pessoas o máximo de satisfação e alegria, e por outro lado impedir o sofrimento. Portanto, ser útil é o valor moral mais elevado.

Esta escola filosófica também foi conhecida como radicalismo filosófico, pelo seu empenho em restabelecer os valores éticos e, muitas vezes, em transformar a própria sociedade. A utilidade, para ela, é inclusive sinônimo de felicidade.

* sobre o vídeo :

Jeremy Bentham (1748 — 1832)
Filósofo inglês.

John Stuart Mill (1806 — 1873)
Filósofo e economista inglês


“Os utilitaristas”

por Luis Alberto Peluso – PUC Campinas

saiba mais sobre utilitarismo aqui e aqui

Especial para a amiga Maria Lúcia Dário.

Partido Alto

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Concebido em estreita colaboração com Paulinho da Viola, Partido Alto é um documento histórico e sincera homenagem à ”expressão mais autêntica do samba” como Candeia define esse gênero musical, marcado por improvisações. Esse filme precioso de 1976, além de fixar a manifestação de certa pureza musical, a simplicidade e a comunhão da gente do
samba com depoimentos marcantes da velha guarda, firma a posição contra a crescente padronização do samba, imposta pelo mercado.

1976-1982 – Partido Alto – Leon Hirszman