– da dificuldade de definir o que é e como se ensina filosofia –

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O conhecimento filosófico se constrói quando se transcende a experiência negativa. O filósofo se caracteriza pela busca do real, que através do autoconhecimento, da sabedoria e movido por uma postura crítica, tenta modificá-la.  É no contextualizar, problematizar e modificar a realidade que o filósofo se faz.

A filosofia como simples contemplação do universo é falsa e egoísta, pois o conhecimento intuitivo advindo da contemplação, como alternativa ao conhecimento empírico, se basta em si e, por ser hermético e pessoal, se torna difícil compartilhar. O discurso pragmático, como princípios do filosofar também falseia a prática, pois instrumentaliza a razão e a reduz a um intelectualismo, impedindo o contato com a experiência negativa. É no ato de questionar o mundo, numa postura de enfrentamento, que nos fazemos filósofos.

Então reflito:  Como se ensina esse fazer? Como permitir o acesso à essa habilidade em grande escala?

Menina Afegã se veste de menino para frequentar escola.

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Para poder frequentar a escola durante o regime do Talibã, Zahra Joya teve que fazer algo inusitado e perigoso: se vestiu de menino durante seis anos.

Naquela época, as meninas e mulheres do Afeganistão eram proibidas de ir à escola. Só estudavam em casa, na expectativa de que algum dia as escolas voltassem a aceitá-las.

Mas o tio de Zahra, também aluno, teve uma ideia: por que não vesti-la de menino? Ela, à época com apenas cinco anos, insistiu com a mãe e o avô para levar a ideia a cabo. A princípio, a mãe recusou, dizendo que a vontade de Deus era que ela fosse menina.

Ela insistiu e convenceu os dois a fazer uma experiência.

“Mudei minha roupas e tive que aprender a ser menino. Meu tio me ensinou a jogar futebol, a ir para as montanhas, a fazer as coisas que os garotos faziam. E passei a me chamar Mohammed”, contou à BBC.

No primeiro dia de escola, a diretora já mandou que cortasse o cabelo, pois à época poucos meninos no Afeganistão usavam cabelos longos. Mas ninguém suspeitou que ela fosse menina, já que a escola ficava a 1h30 de sua casa e ninguém conhecia sua família.

Ela, porém, vivia com medo de ser descoberta – de não responder ao ser chamada de Mohammed ou se apresentar como Zahra, o que de fato chegou a acontecer, mas sem causar grandes problemas.

A família também tinha receio que o plano fosse descoberto e eles fossem ameaçados. Outro medo era virar noiva em um casamento forçado pelo Talibã, como era o costume.

Mas, quando ela tinha 11 anos, o regime do Talibã caiu e ela pôde voltar a estudar.

As escolas, porém, eram separadas entre meninos e meninas. Zahra sofreu dos dois lados: os meninos achavam injusto ela ter frequentado a escola deles, e as meninas faziam bullying porque “até ontem” ela era menino.

Mas a garota não ligava. “Eu dizia que estava feliz porque eu podia ler, escrever, tive educação no tempo certo. Estava orgulhosa porque tinha voz”, conta.

Os estudos não pararam por ali: ela estudou direito na faculdade e hoje, aos 23 anos, é jornalista e sustenta toda a família – paga inclusive a educação das duas irmãs mais novas, pois prometeu a si que elas “não sofreriam como sofri”.

E para onde foi Mohammed?

“Mohammed ainda vive em mim. A coragem que adquiri sendo Mohammed me ajudou muito a ser alguém na minha própria identidade. Tento muito não perder essa coragem que me ajudou a ser alguém e ajudar outras pessoas, especialmente mulheres.”

Fonte

propaganda

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“Nunca houve uma ideia e não há uma ideia, que por mais repugnante ou absurda que seja não vai encontrar crentes”. Roberta Kalechofsky 

Assim que conseguiram acabar com a democracia e transformar a Alemanha em ditadura de um único partido, os nazistas orquestraram uma intensa campanha de propaganda para conquistar a lealdade e cooperação de todos os alemães. O Ministério da Propaganda Nazista, assumiu o controle de todos os meios de comunicação alemães: jornais, revistas, livros, exposições artísticas, músicas, filmes, rádio, reuniões públicas e comícios. As ideias que, os nazistas acreditassem que de alguma maneira ameaçassem o regime ou as convicções nazistas eram censuradas ou excluídas da mídia.

Durante a primavera de 1933, organizações estudantis, professores e bibliotecários nazistas elaboraram longas listas de livros que eles acreditavam serem impróprios para os alemães. Tendo isto em mãos, na noite de 10 de maio de 1933, por toda a Alemanha, os nazistas invadiram bibliotecas e livrarias e levaram para as ruas os livros censurados. Eles marcharam com tochas acesas, em passeata noturna, cantando hinos nazistas e queimando os trabalhos em imensas fogueiras. Naquela noite, mais de 25.000 livros foram queimados. Para os nazistas, os escritores que pensavam de forma diferente da deles, não deveriam ser lidos.

Os alemães eram constantemente relembrados de suas lutas contra inimigos estrangeiros, e de uma pretensa subversão judaica. No período que antecedeu a criação das medidas executivas e leis contra os judeus, as campanhas de propaganda criaram uma atmosfera tolerante para com os atos de violência contra os judeus. A propaganda também incentivou a passividade e a aceitação das medidas iminentes contra os judeus, uma vez que o governo nazista interferia e “restabelecia a ordem”.

A propaganda nazista também preparava o povo para uma guerra, insistindo em uma perseguição, real ou imaginária, contra as populações étnicas alemãs que viviam em países do leste europeu em antigos territórios germânicos conquistados após a Primeira Guerra Mundial. Estas propagandas procuravam gerar lealdade política e uma “consciência racial” entre as populações de etnia alemã.. Outro objetivo da propaganda nazista era o de mostrar a uma audiência internacional, em especial as grandes potências européias, que a Alemanha estava fazendo demandas justas e compreensíveis sobre suas demandas territoriais.

Jornais alemães, publicavam caricaturas anti-semitas para descrever os judeus. Depois que os alemães deflagraram a Segunda Guerra Mundial com a invasão da Polônia, em setembro de 1939, o regime nazista utilizou propagandas para causar a impressão de que os judeus não eram apenas sub-humanos, mas que eram também perigosos inimigos do Reich alemão. O regime buscava obter o apoio, ou o consentimento tácito, da população alemã para as políticas que tinham como objetivo a remoção permanente dos judeus das áreas onde viviam alemães.

 

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Insira uma legenda

Aqui crianças judias passam na frente de uma escola para crianças arianas. As crianças judias são muito mais feias, com nariz enorme e todas fazem caretas. Um menino judeu puxa as trancinhas de uma alemã. Essa figura quer mostrar às crianças arianas que os judeus não gostam dos alemães, porque eles são muito mais bonitos e mais corajosos.

 

O regime nazista até o final utilizou a propaganda de forma efetiva para mobilizar a população alemã no apoio à sua guerra de conquistas. A propaganda era também essencial para dar a motivação àqueles que executavam os extermínios em massa de judeus e de outras vítimas do regime nazista. Também serviu para assegurar o consentimento de outras milhões de pessoas a permanecerem como espectadoras frente à perseguição racial e ao extermínio em massa de que eram testemunhas indiretas.

o pomo da discórdia

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Conta o mito que houve um casamento no monte Olimpo em que todos os deuses foram convidados, menos Éris (deusa da discórdia) porém ela comparece e, sorrateiramente deixa uma maçã de ouro numa mesa com um bilhete escrito assim: Para a Mais Bela!. As deusas Hera (rainha dos deuses), Atena (deusa da justiça) e Afrodite (deusa da sensualidade) decidem disputar o título da mais bela. Convidam Zeus para ser juiz, mas sabendo que escolher uma era contrariar duas, ordena que o príncipe troiano Páris decida.

Páris foi abandonado no alto de uma colina, recém nascido, pelo seu pai, rei de Troia. Príamo sentenciou seu filho à morte por receio de uma previsão de um oráculo, de que um dia seu filho derrubaria seu império. O príncipe é encontrado por um pastor e criado em meio as ovelhas.

Hermes foi responsável por lhe enviar a maçã e lhe informar dessa dúbia honra que lhe era conferida pelo rei dos deuses. Páris decide dividir a maçã em três, mas Hermes não aceita e a estratégia e pede que as deusas apareçam. Elas se exibem perante o jovem: Hera lhe oferece o governo do mundo; Atena promete torná-lo o mais poderoso e justo dos guerreiros; e Afrodite abre sua túnica e oferece o cálice do amor, prometendo-lhe a mulher mortal mais bonita do mundo como esposa.

O resultado foi previsível. Paris entrega a maçã sem nenhuma hesitação à Afrodite. As deusas Hera e Atena dizem que não se magoaram, mas saem de braços dados confabulando a ruína de Troia

Páris recebe como prêmio a rainha da Helena, eles se apaixonam e fogem para Troia. Mas, inconvenientemente ela era casada com Menelau, que era camarada de Ulísses. Eles atravessam o mar com mil navios e depois de um cerco de dez anos e todo desenrolar da guerra, resgatam Helena e destroem Troia e de toda a casa real.

A mão da limpeza

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O branco inventou que o negro
Quando não suja na entrada
Vai sujar na saída, ê
Imagina só
Vai sujar na saída, ê
Imagina só
Que mentira danada, ê

Na verdade a mão escrava
Passava a vida limpando
O que o branco sujava, ê
Imagina só
O que o branco sujava, ê
Imagina só
O que o negro pensava, ê

Mesmo depois de abolida a escravidão
Negra é a mão
De quem faz a limpeza
Lavando a roupa encardida, esfregando o chão
Negra é a mão
É a mão da pureza

Negra é a vida consumida ao pé do fogão
Negra é a mão
Nos preparando a mesa
Limpando as manchas do mundo com água e sabão
Negra é a mão
De imaculada nobreza

Na verdade a mão escrava
Passava a vida limpando
O que o branco sujava, ê
Imagina só
O que o branco sujava, ê
Imagina só
Eta branco sujão

 

luta constante

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Quando o muro separa uma ponte une
Se a vingança encara o remorso pune
Você vem me agarra, alguém vem me solta
Você vai na marra, ela um dia volta

E se a força é tua ela um dia é nossa
Olha o muro, olha a ponte, olhe o dia de ontem chegando
Que medo você tem de nós, olha aí

Você corta um verso, eu escrevo outro
Você me prende vivo, eu escapo morto

De repente olha eu de novo

Perturbando a paz, exigindo troco
Vamos por aí eu e meu cachorro
Olha um verso, olha o outro
Olha o velho, olha o moço chegando
Que medo você tem de nós, olha aí

O muro caiu, olha a ponte
Da liberdade guardiã
O braço do Cristo, horizonte
Abraça o dia de amanhã

Olha aí…
Olha aí…
Olha aí…

Olimpíada de Filosofia

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As Olimpíadas de Filosofia começaram a ser organizadas por professores e estudantes em diferentes regiões do planeta depois da publicação da Carta de Paris, quando participantes das jornadas internacionais de estudo “Filosofia e Democracia no Mundo”, organizadas pela UNESCO em Paris, nos dias 15 e 16 de fevereiro de 1995, afirmaram: “Consideramos que a atividade filosófica, que não subtrai nenhuma ideia à livre discussão, que se esforça em precisar as definições exatas das noções utilizadas, em verificar a validade dos raciocínios, em examinar com atenção os argumentos dos outros, permite a cada um aprender a pensar por si mesmo” (CARTA DE PARÍS).

A Olimpíada de Filosofia nasceu da convicção de que as questões filosóficas aparecem na vida de todas as pessoas e em todas as idades. Assim, elas precisam de um cuidado e um estímulo especial para não serem erradicadas violentamente do nosso cotidiano ou tratadas superficialmente. Com um espírito de acolhimento das diferenças, as olimpíadas pretendem convidar os estudantes para o exercício de investigação solidária num clima que pretende ser, não de competição, mas de colaboração e de estímulo para o pensamento. A proposta é que, por meio da olimpíada, processos filosóficos sejam construídos por meio do estudo, da interlocução, interação e participação dos colaboradores.

Seguindo o mesmo espírito, a Olimpíada de Filosofia do Ensino Médio tem sua origem em experiências realizadas em diferentes espaços filosóficos, especialmente na Olimpíada de Filosofia do Núcleo de Pesquisa sobre o Ensino de Filosofia da Universidade Federal do Paraná (NESEF) realizadas em 2011, 2012, 2013 e 2014. 

A Olimpíada de Filosofia do Ensino Médio 2016 reunirá em Curitiba nos dias 10 e 11 de novembro de 2016 estudantes e professores para um encontro filosófico, cujo objetivo não é competição, mas sim a cooperação por meio da investigação de problemas filosóficos, pela soma de ideias, pela troca de experiências e na busca de soluções.

O tema geral da Olimpíada de Filosofia no Ensino Médio é “Experiência do Filosofar”. A ampla delimitação do tema possibilita que os participantes investiguem e dialoguem sobre os problemas da vida cotidiana a partir de si, de sua escola, do seu lugar, da sua cidade, do Brasil e América Latina, e do mundo pois “que os problemas de que trata a filosofia são os da vida e da existência dos homens considerados universalmente” (CARTA DE PARIS).    

A proposta pedagógica desta olimpíada pode se constituir numa mediação agregadora dos interesses de estudantes e professores, fortalecendo e contribuindo com o processo de ensino e aprendizagem que ocorre nas aulas de da disciplina de filosofia no ensino médio.

 

reflexão

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sabe … entro numa sala de aula,numa turma de 35 alunos com a função de, seguindo alguns princípios, ministrar conhecimento filosófico: reflito:

  • cada indivíduo – eu incluso – é único – mas estamos ali – querendo ou não, dentro de um sistema hermético reproduzindo a sociedade como ela é – e penso: a sala de aula é o lugar do erro, da possibilidade de uma construção isenta de dogmas, da manifestação do homem como ser político … de necessidade de se responsabilizar no sentido de se sentir parte e querer contribuir ..
  • mas dentro do sistema os alunos se anestesiam e não querem contribuir, não querem se escutar  : estarão distraídos? e eu ? … eu quero sossego – e confesso que tenho vergonha (*¹) e algumas vezes ou outras eu falto por não saber o que fazer (me entende?) : então tem o aluno e sua carência que só o fato de eu ir e não fazer nada já vai fazer diferença na vida do moleque – então eu vou – só por isso – e vou aberto mesmo – querendo ajudar – dizem que ser professor é algo raro: conheço alguns: imagino : a presença de Sócrates ou de Aristóteles … numa situação que não se davam ao trabalho de ser humildes …- voltando – então tô eu : entro na sala de aula
  • as escolas tem um planejamento arquitetônico péssimo – feitas pra ser neutras – e os alunos alí : condicionados – e eu – mais um – me sentindo responsável – culpado de ter que fazer algo – de ajudar, de valorizar a existência …  – tem vezes que não quero estar presente e isso não é ruim . e ainda assim prefiro não ir que não ter o que dizer – o mal é essa responsabilidade (e me responsabilizo : não pelo emprego e toda meritocracia imposta) – mas pela oportunidade de ser coerente – Professor : só o fato de estar alí, já direciona – …e me responsabilizo : percebo : o que estou fazendo pra contribuir ? : como ser um bom exemplo e ser humano… em fazer questionar seu modo de vida:
  • então : não basta o fato de saber (ser intelectual) = mas se sabe passar : se preocupar se pra quem voce quer orientar está afim de ser orientado – de entender o professor como um guia – de permitir a autonomia – mas como isso ? penso a cada conflito : qual meu erro? será que existe algo que eu possa faze pra afetar todos ?pra ser entendido? penso se estou errado em querer que o educando queira me ouvir, até entendo sua revolta de estar num sistema que não se concorda – mas será possível mostrar que existe algo ali? existirá um discurso que eu possa me apossar? será uma prática – um jeito? dai eu vou pra sala – naquele trabalho de sísifo .
  • existir é ter um motivo – é fé

Cama de Procusto

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Procusto era o apelido do lendário ferreiro e gerente de um retiro no Monte Korydallos na cidade de Elêusis, famosa na Grécia antiga. Ele era o filho de Poseidon, deus dos mares, por isso a sua estatura e força  eram enormes. Seu verdadeiro nome era Damastes era conhecido também por ser trapaceiro e bandido, foi apelidado de Procusto, que significa “esticar”.

Conta o mito que  Procusto forçava os viajantes que buscavam estadia no seu retiro a se deitar numa cama de ferro que tinha exatamente sua estatura e quem não se encaixava, ou porque sua altura era maior do que a cama, tinha os membros que ficavam pra fora da cama serrados, ou se o infeliz fosse de menor que o comprimento da cama, tinha seus membros esticados até caber exatamente no berço fatídico.

Procusto terminou mal sua existência. Ele foi capturado por Teseu, que o colocou enviesado em sua cama de ferro e submetido ao mesmo sofrimento que muitas vezes tinha aplicado.

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férias

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férias : sim ! um dia me disseram que uma das vantagens de ser professor (ou deputado) – é poder gozar de dois recessos por ano – mas não é a toa (não pros prof, é merecido) penso  agora qual valor o professor tem? [é corrente a discussão da necessidade do professor – principalmente num contexto de EaD] – você imagina o que está por trás de remunerar mal o professor, e dessa política de menosprezo, sabe que educação de qualidade se faz em gerações e isso não trás votos que é melhor asfaltar uma rua ou comprar computadores novos? tem consciência de qual política de estado está por trás desse descaso por uma formação consciente, humana e global … penso … não é por não querer e sim por incompetência, por falta de recurso humano mesmo [ se não o professor universitário não seria tão elogiado – no Brasil um professor de nível básico recebe em média 2.000 R$, um professor universitário em média R$15.000, é uma das maiores desigualdades de salário entre nossas profissões – já passou o tempo que nossas professoras se formavam no normal superior, as tias solteiras ….  hoje] temos pessoas em todos os níveis de formação humana e cientifica extremamente competentes que devem não só ser elogiados pelo seu desprendimento como reconhecidos, respeitados e bem remunerados como forma de instituir forçadamente um valor econômico á função docente – [ e ir pra além da burocracia … pra além da possibilidade de quantitar ou avaliar … da impossibilidade de perceber o senso estético ou o senso de sabedoria – da escola como centro de desenvolvimento humano e cientifico … coerente

o nada existe?

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“… o problema do nada , critica de Bergson sobre o conceito do nada, definindu-o com um pseudoproblema, um pseudoconceito ou um paradoxo: só se pode falar de um nada relativo, compreendido como ausência de algo, e num nada absoluto, pois toda negação supõe uma afirmação que a antecede…o nada é compreendido pela nossa existência como fruto de uma experiência negativa – leia melhor aqui : Gerd A. Bornheim.