Reflexão filosófica :

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“ tentando entender o conceito de alienação “ :

… (maior) > número de habitantes = urbanização.

A questão é como gerir o grande números de humanos? Através da política.

O objetivo da política é oferecer o mais eficiente sistema racional de gerir os humanos, garantindo a melhor ordem econômica, social, garantido a paz e manutenção dos direitos humanos assim como do meio ambiente, num estado de bem estar, igualdade e justiça para todos.

O problema: os sistemas que atualmente nos gerem, estão indo contra esse acordo implícito.

Isso incomoda; nossa razão até que entende as ordens do sistema, mas nosso instinto, primário a razão, nos alerta que alguma coisa está errada.e provoca duas reações antagônicas, a primeira é de luta. Luta pela busca de um sentido pela existência, de acesso à um ‘mundo’ onde todos se desenvolvam plenamente, com justiça, compaixão, em se entender e se reconhecer enquanto parte. A parte que cobra por essa luta é ter a consciência que se luta sozinho, a busca por um sentido é nobre, porém caro, sendo o caminho mais difícil. A segunda reação é de aceitação racional de que ‘alguém’ sabe o que está acontecendo, isso é menos nobre pois, se exime da responsabilidade de justificar sua existência. E essa apatia se chama alienação?

formas de conhecimento

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Há muitos modos de se conhecer o mundo, que dependem da situação do sujeito diante do objeto do conhecimento. Ao olhar as estrelas no céu noturno, um índio caiapó as enxerga a partir de um ponto de vista bastante diferente do de um astrônomo.

A mitologia, a religião e a ciência são formas de conhecer o mundo. São modos do conhecimento, assim como o senso comum, a filosofia e a arte. Todos eles são formas de conhecimento, pois cada um, a seu modo, desvenda os segredos do mundo, explicando-o ou atribuindo-lhe um sentido.

saiba mais – fonte

no quadrinho: o ‘mito’ tem característica de senso comum; a verdade é cientifica e relativa

estampas eucalol – Dédalo e Ícaro

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Dédalo foi um dos homens mais astutos que já existiram. E como fosse hábil, construiu numerosas obras de arte, cuja perfeição era admirada por todos. Dentre as suas criações podemos destacar as estátuas, algumas das quais, dotadas de engenhosos mecanismos, eram até capazes de falar.

 

 

 

 

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Dédalo tinha um sobrinho chamado Perdix, o qual, inventou a serra, o torno e vários instrumentos, com o que se tornou célebre. Dédalo, por inveja, matou o sobrinho e fugiu para a ilha de Creta, juntamente com Ícaro, seu filho, afim de escapar ao castigo.

 

 

 

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Minos, o rei de Creta, se afeiçoou ao artista e este embelesou a capital do país, construindo, entre outras maravilhas, o labirinto onde habitava o Minotauro. Para que Dédalo não fugisse, o Rei ordenou que um guarda armado o seguisse por toda a parte. As saudades da pátria, no entanto, faziam com que ele, acabrunhado, somente pensasse no regresso.

 

 

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Impossibilitado de fugir por terra, porque estava numa ilha, e pelo mar, porque o vigiavam. Dédalo construiu, em segredo, para si e para Ícaro, seu filho, umas asas de cera, nas quais, com muito engenho, colocou penas de aves. Quando tudo ficou pronto, pai e filho colocaram as asas nas costas e fugiram em seguida.

 

 

 

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Esquecido das recomendações do pai, Ícaro, seduzido pelo prazer do voo, aproximou-se demasiado do sol. As asas amoleceram com o calor e terminaram por se desfazer, indo o moço cair no mar que, em sua memória, se chamou Ícaro. Dédalo, mais prudente, nada sofreu e prosseguiu viagem, indo ter às terras do Rei Cócalos.

 

 

 

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Cócalos acolheu Dédalo com prazer, pois apreciava muito os artistas, e deu ordens para que o hospedassem imediatamente no seu palácio. Minos, o Rei de Creta, apareceu dois dias depois, a frente de numeroso exército, disposto a levar Dédalo consigo. Este, fingindo amizade, e se declarando arrependido, convidou Minos a se banhar numa banheira de sua invenção, e fez aquecer a água até a fervura, livrando-se assim do tirano.

 

 

 

 

estampas eucalol – mitologia Rei Midas

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Quando Dyonisos, o deus do vinho, andava pela terra, um rei, chamado Midas, prestou-lhe um grande favor. O deus, agradecido, mandou que Midas escolhesse uma recompensa.O rei pediu, então, a graça de transformar em ouro tudo em que tocasse com as mãos, no que foi logo atendido, tornando-se de ouro a maça que pouco antes colhera.

 

 

 

 

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Satisfeito com seu poder, Midas correu para casa e foi transformando em ouro tudo quanto encontrava. Em poucos instantes todo o seu palácio, com janelas, portas, móveis e tudo, tornou-se de ouro, do mais puro ouro. E como a um simples toque de suas mãos os objetos se tornavam de ouro, Midas, naquele dia, teve muito que fazer.

 

 

 

 

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Quando, porém, Midas sentou-se à mesa para almoçar, logo compreendeu como fora infeliz na escolha da recompensa. A carne, os frutos, o vinho, tudo em que tocava, ficava duro e rígido, feito do mais puro metal. O pobre do rei, vestido com roupa de ouro, sentado numa cadeira de ouro, e morando num palácio de ouro, não podia, no entanto, se alimentar.

 

 

 

 

 

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Abatido com o estranho poder que adquirira, de transformar em ouro tudo o que tocasse, Midas correu para o jardim, aonde foi encontrar sua filha. E, antes que Midas pudesse fazer um gesto para detê-la, a moça se atirou em seus braços, transformando-se numa estátua de ouro.

 

 

 

 

 

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Louco de dor, por ter transformado em ouro a sua filha querida, Midas correu em busca de Dyonisos, a quem pediu que perdoasse a sua ambição e retirasse o poder de transformar tudo em ouro, a um simples toque das mãos. Vai até o rio Pactolo, disse-lhe Dyonisos, e colhe um pouco de água. Asperge, depois, dessa água sobre os objetos em que tocaste e eles voltarão a ser o que eram.

 

 

 

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Midas correu a cumprir o que dissera o deus do vinho e, com a água do rio Pactolo, que correu num jarro, foi banhando todos os objetos em que tocara, restituindo-lhes a natureza primitiva, a começar pela própria filha, que ele , então, pôde abraçar sem perigo de torná-la de ouro. Dizem que Midas, ao se abaixar para colher a água na margem do rio, tocou na areia com as mãos e que, por isso, ainda hoje, o rio Pactolo corre por sobre um leito de areias douradas.

 

 

 

não estude, não lute

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a formação mínima provinda do estudo regular é um direito humano e deve ser foco inconteste das ações de qualquer grande estado – por vezes, por comodismo ou modismo, a falta de luta provoca uma apatia que garante a perda dos direito – porém o mal está a espreita!

devemos compreender que um governo justo e focado no humano só se construirá se discutido por nós, humanos, o acordo que garante os direitos é um eterno ajustar-se.

nos fazem uma ilusão que está tudo resolvido (as lutas foram sangrentas e, nos lembrando disso, querem nos dissuadir) não existe um fim…

a sociedade justa, livre, em paz e harmonia com a natureza e o divino não será feita por osmose, não!

as consequência das lutas das gerações passadas que aproveitamos, é, agora, nossa luta! combater o conforto e a privacidade egoísta

 

banho de floresta

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O termo Shinrin-yoku significa “Banho de Floresta”, e foi desenvolvido no Japão durante a década de 1980, tornando-se a pedra angular da saúde preventiva e cura de muitas doenças na medicina japonesa. Pesquisadores principalmente no Japão e Coréia do Sul criaram um corpo robusto de literatura científica sobre os benefícios de saúde de passar o tempo sob o dossel de uma floresta viva. Esta pesquisa esta ajudando a levar e estabelecer o “Shinrin-yoku” em todo o mundo.

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