evolução

0

macacos

Anúncios

Se os tubarões fossem homens

1

por Bertolt Brecht

Se os tubarões fossem homens, perguntou a filha de sua senhoria ao senhor K., seriam eles mais amáveis para com os peixinhos?

Certamente, respondeu o Sr. K. Se os tubarões fossem homens, construiriam no mar grandes gaiolas para os peixes pequenos, com todo tipo de alimento, tanto animal quanto vegetal. Cuidariam para que as gaiolas tivessem sempre água fresca e adoptariam todas as medidas sanitárias adequadas. Se, por exemplo, um peixinho ferisse a barbatana, ser-lhe-ia imediatamente aplicado um curativo para que não morresse antes do tempo.

Para que os peixinhos não ficassem melancólicos haveria grandes festas aquáticas de vez em quando, pois os peixinhos alegres têm melhor sabor do que os tristes. Naturalmente haveria também escolas nas gaiolas. Nessas escolas os peixinhos aprenderiam como nadar alegremente em direção à goela dos tubarões. Precisariam saber geografia, por exemplo, para localizar os grandes tubarões que vagueiam descansadamente pelo mar.

O mais importante seria, naturalmente, a formação moral dos peixinhos. Eles seriam informados de que nada existe de mais belo e mais sublime do que um peixinho que se sacrifica contente, e que todos deveriam crer nos tubarões, sobretudo quando dissessem que cuidam de sua felicidade futura. Os peixinhos saberiam que este futuro só estaria assegurado se estudassem docilmente. Acima de tudo, os peixinhos deveriam rejeitar toda tendência baixa, materialista, egoísta e marxista, e denunciar imediatamente aos tubarões aqueles que apresentassem tais tendências.

Se os tubarões fossem homens, naturalmente fariam guerras entre si, para conquistar gaiolas e peixinhos estrangeiros. Nessas guerras eles fariam lutar os seus peixinhos, e lhes ensinariam que há uma enorme diferença entre eles e os peixinhos dos outros tubarões. Os peixinhos, proclamariam, são notoriamente mudos, mas silenciam em línguas diferentes, e por isso não se podem entender entre si. Cada peixinho que matasse alguns outros na guerra, os inimigos que silenciam em outra língua, seria condecorado com uma pequena medalha de sargaço e receberia uma comenda de herói.

Se os tubarões fossem homens também haveria arte entre eles, naturalmente. Haveria belos quadros, representando os dentes dos tubarões em cores magníficas, e as suas goelas como jardins onde se brinca deliciosamente. Os teatros do fundo do mar mostrariam valorosos peixinhos a nadarem com entusiasmo rumo às gargantas dos tubarões. E a música seria tão bela que, sob os seus acordes, todos os peixinhos, como orquestra afinada, a sonhar, embalados nos pensamentos mais sublimes, precipitar-se-iam nas goelas dos tubarões.

Também não faltaria uma religião, se os tubarões fossem homens. Ela ensinaria que a verdadeira vida dos peixinhos começa no paraíso, ou seja, na barriga dos tubarões.

Se os tubarões fossem homens também acabaria a ideia de que todos os peixinhos são iguais entre si. Alguns deles se tornariam funcionários e seriam colocados acima dos outros. Aqueles ligeiramente maiores até poderiam comer os menores. Isso seria agradável para os tubarões, pois eles, mais frequentemente, teriam bocados maiores para comer. E os peixinhos maiores detentores de cargos, cuidariam da ordem interna entre os peixinhos, tornando-se professores, oficiais, polícias, construtores de gaiolas, etc.

Em suma, se os tubarões fossem homens haveria uma civilização no mar.
Este conto encontra-se aqui

Se o mundo fosse uma aldeia com 100 pessoas

0

  • NASCIMENTOS E MORTES POR ANO: 2 nasceriam e 1 morreria.
  • NACIONALIDADE: 61 são asiáticos, 13 norte e sul-americana, 13 africanas, 12 europeias e 1 oceânica.
  • LINGUAGEM: 17 falam chinês; 8 falam hindi; 9 falam inglês; 7 espanhol; 4 pessoas falam bengali; 4 falam árabe; 3 falam russo; 3 falam português; o resto da população fala outras línguas.
  • COR DE PELE: 30 são brancos as outras 70 teriam outras cores.
  • GÊNERO: 52 são mulheres e 48 são homens.
  • IDADE: 70 são adultos e 30 são crianças.
  • RELIGIÃO: 5 acreditam em espíritos, 6 seriam budistas, 13 hindus; 19 muçulmanos; 24 ateus/outros; 33 cristãos.
  • ORIENTAÇÃO SEXUAL: 90 seriam heterossexuais e 10 homossexuais.
  • ELETRICIDADE: 76 tem acesso à eletricidade e 24 não têm.
  • ENERGIA: 20% consomem 80% e 80% consomem 20%.
  • ALFABETIZAÇÃO: 86 sabem ler e 14 não sabem.
  • EDUCAÇÃO: só 1 tem faculdade, 99 não.
  • COMPUTADOR: 7 possuem computador e 93 não.
  • AR: 68 respiram ar puro e 32 respiram ar poluído.
  • HIV: 1 tem a doença e 99 não.
  • MEDO: 80 não têm motivos para ter medo e 20 vivem com medo da morte por ataque de bombardeio, minas terrestres ou de sequestro por grupos armados.
  • ÁGUA: 83 tem acesso à agua limpa e saudável e 17 não têm acesso à água.
  • DINHEIRO: 6 possuem 59% (todos nos EUA), 74 possuem 39% e 20 dividem 2% da riqueza do mundo.
  • ALIMENTO: 50 não tem fonte confiável e passam fome algumas vezes ou o tempo todo, 30 sempre tem o suficiente para comer (15 estão acima do peso), 20 estão desnutridos e 1 morrendo de fome.
  • LIBERDADE: 48 não podem falar, agir segundo a sua fé e consciência devido à assédio, prisão, tortura ou morte – 52 estariam livres.

Tempos de Rebeldia

2

Trata de importantes movimentos de contra-cultura e de seu lugar na história mundial, contextualizando suas características e ações, que, em muitos casos, traziam novas formas de pensar a civilização e o comportamento da sociedade.

O primeiro episódio da série mostra a definição de rebelde e os precursores do Movimento Punk. Por meio dos acontecimentos históricos que surgiram como uma forma de lutar contra o sistema, os jovens começaram a se manifestar através, por exemplo, do Romantismo Francês. Os românticos começaram a viver o estilo de vida boêmio como uma forma de protesto ao sistema. A rebeldia cultural ultrapassou as fronteiras francesas e se disseminou para o resto mundo.

O segundo episódio mergulha no mundo dos hippies e yuppies: jovens que se arriscavam em busca de “percepção” e da liberdade democrática. Conta a história de pessoas como Ken Kesey, o jovem de 26 anos e com dom para a escrita que foi cobaia em experimentos com LSD realizados pela CIA. Essa passagem he rendeu histórias suficientes para escrever o livro “Um estranho no ninho.” Também fala sobre Timothy Leary, um pesquisador e psicólogo de Harvard que se tornou um guru rebelde, bem como do ativista anti-guerra Abbie Hoffman, que liderou uma manifestação de paz em Chicago, em 1968.

O terceiro episódio fala sobre o Movimento Punk, uma manifestação musical surgida nos Estados Unidos, em meados da década de 1970, que encontrou terreno fértil para o seu desenvolvimento na Inglaterra, onde serviu como forma de protesto contra a crescente onda de desemprego. Entrevistas com ícones do movimento, como Malcolm Mclaren, ex-empresário das bandas New York Dolls e Sex Pistols; John Lydon, ex-vocalista dos Sex Pistols e Jello Biafra, vocalista da banda californiana Dead Kennedys, entre outros.

O quarto episódio da série Tempos de Rebeldia foca no surgimentos dos movimentos rebeldes que começaram a lutar pela Natureza a partir década de 1960. Apresenta grupos como Greenpeace e EarthFirst, que zombaram das táticas tradicionais do ambientalismo institucional e começaram a travar ações diretas a tentativa de proteger o planeta. O programa testemunha a história da rebeldia com causa ecológica.

o que define a humanidade? o que nos permite ser humanos? o que nos diferencia dos outros seres vivos?

2

O mundo é uma só família – o humano que enxerga as coisas claramente é aquele que se reconhece nos outros.

Não violência é o mesmo que amor universal. Os que confiam nesse tipo de amor, valorizam todos os seres vivos e inanimados, considerando-os como vindos do mesmo Princípio Criador e assim pertencendo a uma só e grande família.
Sem dúvida nenhuma, hoje em dia há uma certa confusão na família humana.
Poucos querem realizar os prórpios deveres e por isso a crise mundial. Nenhum país está pacifico dentro dele ou com os seus vizinhos.
Vamos pensar um pouco: se nós achássemos que o mundo é como uma grande família, é preciso iniciar perguntando a nós mesmos o que não está certo e achar a maneira para que as coisas retornem ao seu funcionamento.
Uma família nunca conseguirá estar em paz, mesmo que seja apenas um dos seus membros que não esteja bem. Todos possuem o seu papel certo na família e o seu lugar, o mesmo acontece no mundo.
Quando cada um cumpre o seu papel, ou seja, sua própria obrigação, todas as coisas entram nos eixos e tudo fica harmonioso.
Porque se não for assim haverá uma grande confussão no ar e nada será cumprido. Nesse caso ela se deteriora e será preciso voltar à ordem com leis e punições. Na natureza as coisas estão todas nos seus lugares, o único que consegue confundir tudo através de comportamentos errados, é o humano. Quando a situação for corrigida tudo voltará como era no início, equilibrado.
Desde crianças, nos colégios, somos ensinados a respeitar a nossa comunidade tanto escolar quanto familiar, nos amando e ajudando mutuamente. Os professores precisam ser capazes de considerar seus alunos como se fossem seus filhos, não demonstrando prefêrencias por nenhum em particular. Os alunos devem sentir um verdadeiro amor e ter muito respeito pelos seus professores, assim esses poderiam se tornar até os mestres das suas vidas.
Se iníciarmos assim, não será difícil, no futuro, entender que o mundo inteiro é uma só e grande família.
Ter certeza de que todos somos irmãos nessa grande comunidade universal, será a forma ideal para vencer as maiores doenças da nossa época: guerras, racismos, egoísmos e idolatria pelo dinheiro.
Os que compreendem que o mundo é uma única família, são os que estão a favor da não violência. Você também pensa assim?

Origem da vida e do ser humano

2

Olá ALUNO – após assistir os vídeos – (ou às aulas sobre “a origem da vida e do ser humano”) escreva algo no comentário : reflita sobre se você acredita no que os vídeos mostram? como você acredita que começou a vida na Terra? como você acha que serão os Hominídeos no futuro ? escreva e assine abreviando seu nome e colocando ano/turma. Profº Daniel Carlos.


Era Uma Vez…O Homem – O Nascimento da Terra


Era Uma Vez…O Homem – O Homem de Neannderthal


Era Uma Vez…O Homem – O Homem do Cro-Magnon

Homem Pré- Histórico – Vivendo entre as feras – O mundo pré-histórico era repleto de perigos, feras selvagens estavam por toda parte e definitivamente não era nem um pouco seguro para um ser tão fraco e desprotegido, viver em um ambiente como esse. Mas o que levou o homem a chegar até o degrau mais alto da evolução e se tornar a espécie dominante no planeta? Simples, o seu cérebro. Com tantas desvantagens naquele mundo cruel e violento, foi nele que o ser humano encontrou a vantagem que precisava. Uma ótima oportunidade para aprendermos mais sobre nós mesmos e descobrir que foram as ações de nossos ancestrais que nos trouxeram até exatamente aqui.

O nascimento da Mente – Humanos, Quem Somos Nós? – Episódio da série HUMANOS, QUEM SOMOS NÓS? Na qual psicólogos, linguistas e caçadores de fósseis irão esclarecer aspectos da unicidade genética do ser humano. Série que analisa, de forma profunda, as vidências que levaram cientistas de diferentes áreas (psicólogos, linguistas, geneticistas, arqueólogos, paleontólogos e outros) a concluir o trajeto evolutivo do homem e os aspectos da unicidade genética do ser humano. Assim, são remontadas as condições mais primitivas dos primatas que nos originaram, o que as modificaram, como e por que tais transformações ocorreram, bem como as características fisiológicas, cognitivas e sociais daqueles seres.

Beakman explica a Seleção Natural

“Morte e Vida Severina”

0

“Morte e Vida Severina” é um auto de Natal Pernambucano, escrito pelo poeta João Cabral de Melo Neto, musicado por Chico Buarque e apresentado pelo “TUCA” (Teatro Universitário da Universidade Católica de S. Paulo).
Conta o drama do retirante nordestino, expondo sua luta pela sobrevivência diária e difícil.

Foi representado em Portugal, em Maio de 1966.

(01 – “De sua formosura 02 – “Severino / O Rio (Notícias do Alto Sertão)” 03 – “Mulher na Janela” 04 – “Homens de Pedra” 05 – “Todo o Céu e a Terra” 06 – “Encontro com o Canavial” 07 – “Funeral de um Lavrador” 08 – “Chegada ao Recife” 09 – “As Ciganas” 10 – “Despedida do Agreste” 11 – “O Outro Recife” 12 – “Fala do Mestre Carpina”)

como está sua audição?

2

Você escuta bem? O teste no vídeo do youtube é bem simples, basta abrir o vídeo e tentar escutar as frequências sonoras.

8.000 Hz é a média que qualquer pessoa sem problemas sérios de audição deve ouvir;
12.000 Hz é ouvido por pessoas abaixo dos 50 anos;
15.000 Hz é perceptível por quem tem menos de 40 anos;
16.000 Hz você vai ouvir se seu ouvido tiver menos de 30 anos;
17.000 e 18.000 Hz são audíveis para ouvidos com menos de 24 anos;
19.000 Hz podem ser escutados por quem tem menos de 20 anos.

Partido Alto

0

Concebido em estreita colaboração com Paulinho da Viola, Partido Alto é um documento histórico e sincera homenagem à ”expressão mais autêntica do samba” como Candeia define esse gênero musical, marcado por improvisações. Esse filme precioso de 1976, além de fixar a manifestação de certa pureza musical, a simplicidade e a comunhão da gente do
samba com depoimentos marcantes da velha guarda, firma a posição contra a crescente padronização do samba, imposta pelo mercado.

1976-1982 – Partido Alto – Leon Hirszman

prévia do rolezinho

0

rio-sul-8

Em agosto de 2000 um grupo de manifestantes organizou uma ocupação em um grande shopping da zona sul carioca. O episódio obteve grande repercussão na imprensa nacional e ainda hoje é discutido por alguns teóricos

O documentário nos mostra um grupo de manifestantes sem terra, que visitaram o Shopping Center Rio Sul, em Botafogo, no Rio de Janeiro, em 2000. Apesar da manifestação pacífica, não foram bem recebidos, bem vistos. O objetivo dos manifestantes era mostrar que eles têm direitos ao andar, visitar locais públicos. No início, foram abordados pela polícia, mas nada adiantou, pois a impressa estava presente.

rio-sul-9

Da panela viemos

0

Da panela viemos

O que nos tornou humanos? Uma nova teoria defende que somos o que somos graças a um hábito muito simples: o cozimento dos alimentos. Entenda aqui por que fritar, assar, ferver e cozinhar pode ter criado todos nós.

Por que cozinhar a comida é algo tão importante que todas as sociedades humanas resolveram incluir esse hábito em sua cultura? Provavelmente porque alimentos cozidos são digeridos mais facilmente do que os crus, já que o organismo gasta menos energia para quebrar suas moléculas. Estudos sobre o amido cozido presente na aveia, no trigo, nas batatas e no pão branco, por exemplo, revelaram que 95% dele é digerido pelo corpo humano. Já para o cru a taxa cai quase pela metade. No caso das proteínas da carne, o cozimento pode aumentar a digestibilidade em até 40%. O calor promove a quebra dessas moléculas, fazendo com que suas ligações internas se enfraqueçam e fiquem mais expostas à ação das enzimas digestivas. Aí é só se esbaldar nas calorias.

Depois do fogo, o auge humano

• 1,6 a 1,9 milhão de anos atrás descoberta do fogo, com o Homo erectus

• 1,8 milhão de anos surgimento da família nuclear, ou seja, os casamentos

• 200 mil anos surgimento do Homo sapiens

• 80 mil anos desenvolvimento da arte e da religião (primeiras evidências de sepultamento dos mortos)

• 35 mil anos primeiros instrumentos musicais

• 7 mil anos primeiras grandes cidades na Mesopotâmia

• 3 mil anos primeiros filósofos

veja a matéria completa na revista Superinteressante.

circo humano

0
Image

CRIANÇA AFRICANA EM ZOO HUMANO, BÉLGICA – BRUXELAS, 1958, Fotógrafo desconhecido.

Sobre a imagem:

A criança de origem congolesa (Congo esteve sob dominação da Bélgica durante 20 anos, ocasionando a morte de milhões de congoleses, não raramente de forma brutal) é apresentada num Zoológico Humano, na imagem vemos uma mulher oferecer comida como faria com qualquer outro animal de um zoo comum

Uma exposição no museu do Quai Branly, em Paris, mostra como seres humanos considerados “exóticos, selvagens ou monstros” foram exibidos durante séculos em feiras, circos e zoológicos no Ocidente.

A exposição Exibições – A Invenção do Selvagem indica, segundo os organizadores, que esses “espetáculos” com índios, africanos e asiáticos, além de pessoas portadoras de deficiência, que tinham o objetivo de entreter os espectadores, influenciaram o desenvolvimento de ideias racistas que perduram até hoje.

“A descoberta dos zoológicos humanos me permitiu entender melhor por que certos pensamentos racistas ainda existem na nossa sociedade”, diz o ex-jogador da seleção francesa de futebol Lilian Thuram, um dos curadores da mostra – Thuram, campeão da Copa do Mundo de 1998 pela França, criou uma fundação que luta contra o racismo. Ele narra os textos ouvidos no guia de áudio da exposição.

“É difícil acreditar, mas o bisavô de Christian Karembeu (também ex-jogador da seleção francesa) foi exibido em uma jaula como canibal em 1931, em Paris”, diz Thuram.

A exposição é fruto das pesquisas realizadas para o livro Zoológicos Humanos, do historiador francês Pascal Blanchard e também curador da mostra.

Mais sobre Zoos Humanos:

Exposição relembra shows étnicos com humanos ‘exóticos’ na Europa (Link externo BBC Brasil)

(fonte!)

Epidemia de riso

0

Em 30 de janeiro de 1962, três meninas começaram a rir num internato em Kahasha, um vilarejo na então Tanganika, hoje Tanzânia. As risadas logo tomaram 95 das 159 alunas da escola, que fechou as portas para evitar tumultos.

O internato reabriu em 21 de maio e foi novamente fechado um mês depois: o ataque de riso contaminara outras 57 garotas.

Os surtos de gargalhadas duravam várias horas e, em algumas ocasiões, se repetiam quatro vezes. Houve casos em que os sintomas duraram 16 dias.
De Kahasha a epidemia migrou para Nshamba, a vila onde moravam pais de várias meninas do internato. Mais de 200 dos 10 mil habitantes da cidadezinha sofreram ataques de riso.

Em junho, uma outra escola nas imediações também foi contagiada e teve de fechar porque 48 de suas 154 alunas riam sem parar. A praga então se espalhou como fogo na pradaria.

O ataque de riso só parou em junho de 1964, dois anos e meio depois de iniciado. No total, ele atingiu cerca de mil pessoas. Catorze escolas tiveram de ser fechadas temporariamente.

A epidemia foi debelada quando as vilas atacadas foram submetidas a quarentena: ninguém entrava ou saía delas enquanto houvesse gente gargalhando compulsivamente.

A risada é involuntariamente contagiosa. Segundo Provine, o ataque de riso coletivo “desafia a combalida hipótese de que somos criaturas racionais, no controle pleno e consciente de nosso comportamento”.

Coca e fritas?

0

Documentário de 2004 escrito, produzido, dirigido e protagonizado por Morgan Spurlock, um cineasta independente dos Estados Unidos da América.

No filme, Spurlock segue uma dieta de 30 dias (fevereiro de 2003) durante os quais sobrevive em sua totalidade com a alimentação e a compra de artigos exclusivamente do McDonald’s. O filme documenta os efeitos que tem este estilo de vida na saúde física e psicológica, e explora a influência das indústrias da comida rápida.

Durante a gravação, Spurlock comia nos restaurantes McDonald’s três vezes ao dia, chegando a consumir em média 5000 kcal (o equivalente de 6,26 Big Macs) por dia durante o experimento.

Antes do início deste experimento, Spurlock, comia uma dieta variada. Era saudável e magro, e media 188 cm de altura com um peso de 84,1 kg. Depois de trinta dias, obteve um ganho de 11,1 kg, uns 13% de aumento da massa corporal deixando seu índice de massa corporal em 23,2 (dentro da faixa “saudável” 19-25) a 27 (“sobrepeso”). Também experimentou mudanças de humor, disfunção sexual, e dano ao fígado. Spurlock precisou quatorze meses para perder o peso que havia ganhado.

O fator que motivou Spurlock para fazer a investigação foi a crescente propagação da obesidade em todo os Estados Unidos da América, que o diretor do serviço público de saúde dos Estados Unidos da América tinha declarado como “epidemia”, e a correspondente demanda judicial contra o McDonald’s em nome de duas meninas com sobrepeso, que alegaram que se converteram em obesas como resultado de comer alimentos do McDonald’s. Spurlock disse que apesar do processo contra McDonald’s ter falhado, grande parte da mesma crítica contra as companhias de tabaco se aplica as franquias de comida rápida. Embora se podia argumentar que a comida rápida, ainda seja psicologicamente viciante, não é tão viciante como nicotina.

O filme foca o Mc Donald’s como um dos representantes da indústria alimentar estadunidense, que criou tamanhos exagerados de porções e que, sempre que possível, induz ao consumo de mais e maiores porções, fazendo com que a população consuma muito além do necessário para uma alimentação saudável.

O documentário foi nomeado para um Oscar na categoria de melhor documentário longa.

Aos índios

0

, espero com fé e paciência o dia em que vamos homenagear e reconhecer a sabedoria dos verdadeiros heróis da nossa nação, o sangue indígena que corre no corpo de todos nós brasileiros é o sangue de uma raça que foi, e é, covardemente agredida desdo seu encontro com os “exploradores” que tentam a todo custo exterminar qualquer traço dessa cultura, marginalizado-os na periferia das grandes fazendas, com terras demarcadas e pedagiadas, roubados, humilhados e explorados os assim denominados índios (sinônimo de selvagem), pedem o reconhecimento da importância deles como nossos ancestrais que durante milênios conviveram em harmonia entre eles e com o mundo… foi a resistência deles que freou levemente a ambição dos exploradores, e será pela cultura (de sustentabilidade) deles que o mundo irá se salvar. …

Aos índios

a definição ‘índio’ pode induzir ao erro pois tendemos a entender ‘índio’ como um coletivo, por exemplo não sabemos distinguir o índio que mora em Tamarana-PR do que mora na floresta Amazônica, que provavelmente são de ‘nações’ diferentes, com línguas e costumes próprios e afins… para melhor exemplificar seria o mesmo que comemorar o dia do africano, não respeitando os contextos do continente … ficou claro?)

Malucos de Estrada

0

Sonhos, arte, poesia, cooperação, liberdade, revolução, desapego, igualdade, luta. Sentimentos e ações que muitas vezes reprimimos em razão dos padrões sociais pré-estabelecidos, mas que são vividos intensamente por homens e mulheres que botaram uma mochila nas costas e o pé na estrada. Mas quem são eles? Como vivem? No que acreditam?

O filme “Malucos de estrada: a reconfiguração do movimento hippie no Brasil” é uma iniciativa inédita do Coletivo Beleza da Margem, que busca esclarecer a sociedade sobre a riqueza de valores deste universo cultural e colocar em discussão o atual processo de repressão que os artesãos vêm sofrendo. Este será um filme lançado pela internet com livre acesso para que se converta num produto da sociedade.

Segundo os criadores, esse movimento é sobretudo uma luta para defender o direito de se poder viver numa sociedade democrática que conviva com as diferentes visões, interesses e saberes, potencializando ao máximo o bem-estar coletivo.

Paleontólogo

0

Desenterrar o passado é um trabalho fascinante e, ao mesmo tempo, árduo. A imagem de “caçadores de fósseis”, retratada em filmes, pode passar a falsa impressão de que paleontólogos são aventureiros que viajam pelo mundo esbarrando em dinossauros e hominídeos. Nada mais falso. É preciso muita informação, técnica, sorte e paciência para trazer à luz uma história escondida por diversas camadas geológicas.

Um profissional pode passar a vida inteira sem achar algo muito significativo ou, em casos raríssimos, como o do primeiro esqueleto de neandertal descoberto, ser “encontrado” pelo fóssil, completamente por acaso. O mais usual, porém, é seguir um protocolo que começa com a pergunta: “O que quero encontrar?”.

“Partindo dessa questão, selecionam-se os alvos, os sítios que poderiam apontar evidências fósseis e geológicas para respondê-la”, conta o paleontólogo Juan Carlos Cisneros, pesquisador da Universidade Federal do Piauí, cujo último trabalho publicado descreveu o carnívoro mais antigo da América do Sul, o Pampaphoneus biccai, descoberto no Rio Grande do Sul. A partir daí, é preciso, literalmente, seguir o caminho das pedras.

fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2012/07/31/interna_tecnologia,309071/conheca-o-trabalho-dos-paleontologos-que-vai-da-sorte-a-exaustao.shtml

A História do Mundo em Duas Horas

0

Uma rápida viagem de duas horas, especial inédito do History mostra o que de mais importante aconteceu do surgimento do Universo até os dias atuais.

O Big Bang aconteceu há 13,7 bilhões de anos e essa grande explosão de massa cósmica deu origem ao Universo. Estima-se que a Terra tenha surgido há cerca de 4,6 bilhões de ano e era um ambiente inóspito, mas os primeiros rastros da existência humana datam de 4.000 a.C. É uma história bem longa, mas o History vai contá-la de forma dinâmica, em 120 minutos, no especial “A História do Mundo em Duas Horas”.

O especial, dos mesmos produtores de “O Mundo sem Ninguém”, apresenta um apanhado desde a criação do Universo ao surgimento da vida no planeta, dos progressos atingidos pelo homem desde a Idade a Pedra à atual expansão tecnológica, do aparecimento das primeiras civilizações ao mundo globalizado.

A idéia de “A História do Mundo em Duas Horas” é demonstrar de forma dinâmica como há correlação entre todos os grandes acontecimentos históricos. Não haveria raça humana não fossem os macacos, que por sua vez são não teriam existido sem as bactérias, uma das primeiras formas de vida de que se tem notícia no planeta. Não poderia haver globalização não fossem as viagens marítimas nos idos de 1.500. E não conheceríamos o computador sem a descoberta da eletricidade por Benjamin Franklin em 1752.

Sobre a teoria do Big Bang ou A Grande Explosão

A teoria do Big Bang é de autoria do cientista russo, naturalizado americano, George Gamow, e do padre e astrônomo bela Georges Lamaîtres e estabelece que uma grande explosão cósmica ocorrida há 13.7 bilhões de anos deu origem ao que conhecemos como espaço/tempo. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.A teoria do Big Bang apóia-se na teoria da relatividade de Albert Einstein e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble e Milton Humanson.

O que define o ser humano?

0

Sobre o filme Blade Runner (1982).

O filme se passa no início do século XXI, uma grande corporação desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e se equiparando em inteligência. São conhecidos como replicantes e utilizados como escravos na colonização e exploração de outros planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte.

A questão é: o que define o Ser humano?

Temos tendecia e achar que os outros têm mentes semelhantes à nossa, fazemos isso, de atribuir mente aos outros seres humanos é uma boa explicação para a semelhança de comportamentos, ou seja, como sabemos que temos uma mente (pois pensamos) e os outros se comportam como nós, por analogia, falamos que os outros também tem mente.

O problema de achar que os outros tem mente, pois se comoportam como nós, é que podemos também perguntar se as máquinas, computadores, robôs, animais não humanos, recém-nascidos e mesmo extraterrestres podem ter mentes.

A pergunta ainda continua: o que define o Ser Humano?

mais sobre o filme: http://www.telacritica.org/BladeRunner.htm