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Ideia pra feira de ciências deste ano?

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O estudante inglês Jamie Edwards, de apenas 13 anos, acaba de construir um reator nuclear.
O reator foi ligado durante uma feira de ciências escolar, fazendo de Jamie a pessoa mais jovem do mundo a fazer uma fusão atômica bem-sucedida.
Ele fez dois átomos de hidrogênios se chocarem, criando hélio por meio de uma fusão nuclear.
Para comprar as peças e construir o reator, ele usou o dinheiro que ganhou de Natal e contou com ajuda do diretor da escola.
O recorde anterior pertencia a um americano, que criou um reator nuclear na garagem de sua casa com apenas 14 anos.

(link matéria)

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céu

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Olhar para o céu é o passatempo de muitas pessoas ao redor do mundo, e não estamos falando de astronautas ou funcionários da NASA. Existem centenas de astrônomos amadores que dedicam várias de suas noites a observar os astros e estudar um pouco mais sobre o Universo.

Para esses amadores, alguns acontecimentos no céu são bem corriqueiros, como a passagem de satélites ou de meteoros. Porém, não é todo mundo que tem o costume de estudar mais a fundo o que acontece acima de nossas cabeças e, por isso, essas pessoas acabam cometendo alguns erros. Por mais simples que esses equívocos sejam, é sempre bom esclarecer para que eles não sejam passados para frente.

É verdade que dá para ver satélites artificiais a olho nu?

Sim, e eles parecem estrelas “correndo”. Com o telescópio é mais difícil ver um satélite artificial passando, pois além de eles cruzarem o céu a uma velocidade aparente considerável, com o telescópio você enxerga uma área menor da abóboda celeste, fazendo com que as chances de um objeto passar ali sejam pequenas.

Além dos satélites, também é possível ver a Estação Espacial Internacional e os ônibus espaciais passando. Existem sites como o Heavens-above.com que trazem a data e o horário em que alguns satélites e a ISS cruzarão o céu da sua região. Em fotografias de longa exposição, o objeto é registrado como um risco contínuo e forte, como na foto abaixo que registrou a passagem da Atlantis.

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céu

(Fonte da imagem: Filogônio S. Carvalho Filho / Grupo Astronômico Nevoeiro)

Existe estrela cadente?

Claro que existe, mas o nome correto é meteoro (ou meteorito). Trata-se de fragmentos de cometas e outras matérias que ficam vagando pelo espaço e são atraídos pela força gravitacional da Terra. Quando atinge a atmosfera do nosso planeta, os pequenos viajantes tornam-se incandescentes, dando origem ao efeito luminoso do meteoro. Em uma noite limpa e bem escura, é possível ver muitos meteoritos cruzando o céu; basta prestar atenção.

E por que a chuva de meteoros não “chove”?

As chamadas chuvas de meteoro acontecem quando há um aumento na quantidade de meteoritos cruzando o céu. Em uma noite comum, dentro de uma hora é possível ver cerca de cinco objetos do gênero. Nas chuvas, você consegue observar até doze meteoros em 60 minutos.

No verão é mais quente porque estamos mais perto do Sol?

Não! Esse erro é muito comum, mas o afélio (época em que a Terra está mais longe do Sol) e o periélio (quando o planeta está mais próximo do Sol) nada têm a ver com as estações do ano. É a inclinação da Terra que faz com que haja períodos quentes e frios em épocas diferentes para cada hemisfério.

Essa inclinação faz com que uma dada região receba menos radiação solar do que a outra. Isso interfere no clima do planeta e dá origem às quatro estações que conhecemos. O início de cada estação é definido por dois fenômenos astronômicos, chamados de “solstício” (para o verão e o inverno) e “equinócio” (para a primavera e o outono).

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céuAmpliar (Fonte da imagem: Astronomia no Zênite)

Todo cometa é visível a olho nu?

Não. Os cometas nada mais são do que bolas de gelo sujo que orbitam o Sol. Quando estão próximos à estrela principal do Sistema Solar, o núcleo do cometa é afetado pelo vento e pela radiação solar, fazendo com que a cauda se forme. Quando iluminada pelo Sol, essa cauda fica mais visível, mas nem sempre ela é grande o suficiente para que o objeto seja visto a olho nu.

Às vezes, um cometa pode passar por um súbito e grande jato de gás e poeira, fazendo com que sua cauda e coma aumentem de tamanho e ele possa ser visto da Terra. Em 2007, essa injeção de poeira pode ser vista no cometa Holmes.

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céu

As manchas solares são erupções no Sol?

Justamente o contrário. As manchas observadas na superfície do Sol são, na verdade, as regiões mais frias e de menor pressão da fotosfera do astro. Enquanto a superfície solar pode chegar aos 6.000 oC, na área das manchas a temperatura varia entre 1.500 oC e 2.000 oC. O surgimento dessas áreas frias está associado ao campo magnético da estrela.

Uma frustração comum: coloração dos planetas

O sentimento de frustração é muito comum ao olhar um planeta pela primeira vez em um telescópio amador. Normalmente as pessoas vão preparadas para ver o que as fotos mostram: cores vistosas e aumentos espetaculares. Sim, os planetas são coloridos, mas pelo telescópio elas aparecem mais fracas, dando a impressão que o astro está desbotado.

As imagens que você encontra na internet normalmente são tratadas com dezenas de filtros e efeitos para destacar algumas características dos planetas. Além disso, as fotos da NASA, por exemplo, são tiradas por telescópios muito mais potentes do que aqueles usados por astrônomos amadores.

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céu

(Fonte da imagem: Filipe Augusto Moro / Grupo Astronômico Nevoeiro)

Então como saber que você está vendo um planeta? A forma esférica do objeto não deixa dúvida de que se trata de um planeta. Além disso, alguns astros possuem características bem distintas, como os anéis de Saturno ou as faixas e luas de Júpiter.

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Agora que você já esclareceu algumas das dúvidas mais comuns para quem não tem a Astronomia como atividade cotidiana, conte para outras pessoas e ajude a acabar com alguns mitos populares.

Leia mais em: tecmundo.com.br

‘partícula de Deus’

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Os físicos do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês) “encurralaram” a partícula conhecida como “bóson de Higgs” – apelidada de “partícula de Deus”, segundo anúncio feito nesta terça-feira (13), em Genebra, na Suíça. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que não há dados suficientes para se confirmar que ela foi “descoberta”.

 

 

 

O “bóson de Higgs” é uma partícula hipotética que seria a primeira com massa a existir após o Big Bang e responsável pela existência de massa em outras partículas do Universo. Para encontrá-la, os cientistam colidem prótons (que ficam no núcleo dos átomos) e procuram entre as partículas que surgem desse impacto.

Modelo Padrão
Os físicos têm uma teoria para explicar as partículas elementares do Universo – aquelas minúsculas que formam tudo que existe. Essa teoria se chama “Modelo Padrão”.

O Modelo Padrão explica tudo que sabemos sobre o comportamento e o surgimento dessas partículas, menos uma coisa: por que elas têm massa? E essa é uma pergunta muito importante. O fato de as partículas terem massa é a razão pela qual qualquer coisa no mundo tem massa: o Sol, os planetas, eu e você.

É aí que entra o bóson de Higgs. Diversos físicos – entre eles um britânico chamado Peter Higgs – descobriram um mecanismo teórico que tornaria possível que as partículas tivessem massa. Esse mecanismo – batizado de “mecanismo de Higgs” – prevê a existência de um “campo” que interage com tudo que existe no Universo. Essa interação faz com que as partículas ganhem massa.

Para esse campo existir, é preciso também existir uma partícula especial e invisível. Os físicos pegaram essa proposta e aplicaram nos cálculos do Modelo Padrão e tudo fez sentido. A partícula invisível foi batizada em homenagem a Higgs.

fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/12/fisicos-anunciam-ter-encurralado-particula-de-deus.html

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/12/cientistas-estao-perto-de-resolver-o-enigma-das-particulas-elementares.html.