liberdade

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Sites recebem denúncias de preconceitos e outros crimes virtuais

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denuncie

Os criadores do site criaram uma campanha contra as publicações preconceituosas. A página recebe cópia das postagens e apresenta dicas de como fazer a denúncia diretamente ao Ministério Público Federal.

Denúncia anônima:

Caso a pessoa não queira se identificar ao fazer a denúncia, é possível utilizar o site da OnG SafernetBrasil, que trabalha pela defesa dos direitos humanos. Em parceria com o próprio Ministério Público Federal, o site www.denuncie.org.br recebe, de forma anônima, denúncias de discriminação, preconceito ou incitação ao crime na web e os encaminha aos órgãos públicos competentes.

Vaidade Infantil

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O que é vaidade?

Desejo imoderado de chamar atenção, ou de receber elogios;

Ideia exageradamente positiva que alguém faz de si próprio;

Presunção, fatuidade, gabo;

Coisa vã, fútil; futilidade. Alarde, ostentação, vanglória.

A vaidade (chamada também de orgulho ou soberba) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas.

Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada.

Vaidade exagerada na infância é prejudicial na vida adulta

E quando reconhecer se a vaidade infantil está passando dos limites? Tudo que é excessivo deve ser visto com cautela. Se a criança não brinca porque não quer se sujar ou amassar a roupa; se ela passa mais tempo se arrumando do que se divertindo; se seus comentários são direcionados somente às aparências das pessoas; se ela exclui os que não acha bonitos; se ela se priva de determinados alimentos comuns às outras crianças, com o pretexto de que fazem mal à pele; se critica os pais em relação à aparência deles com frequência; se tem preocupações incomuns à idade (como peso ou celulite), é saudável procurar um psicólogo para conversar e sanar as dúvidas.

Outra dica importante é direcionar a vaidade para o autocuidado, ou seja, mostrar à criança que não adianta usar roupa da moda se não tomar banho todo dia e direito. De nada vale comprar a bota da apresentadora da TV se não mantiver as unhas aparadas e o cabelo limpo. Não adianta ser linda e fútil. Não adianta ter um corpo forte e uma cabeça fraca. Não adianta passar batom e os dentes estarem sujos. Não adianta ser admirada pelos outros se ao se olhar no espelho, não gostar de si mesma.

A vaidade excessiva na infância contribui para que as crianças deixem de viver etapas fundamentais de seu crescimento e compromete as áreas social e escolar. Um dos maiores prejuízos é a criança deixar de brincar com atividades que explorem seu desenvolvimento psicomotor, como correr, pular, subir em árvores, andar de bicicleta ou mexer com tinta para não se sujar, amassar a roupa ou transpirar. Isso é péssimo para sua formação, pois, mais tarde, ela pode se tornar um adulto com sérios problemas: desde um comportamento infantilizado até um transtorno obsessivo.

texto de Fernanda Junqueira – UOL Estilo

Veja a reportagem:

Artigo: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Temos consciência da nossa liberdade?

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Liberdade segundo Sartre.

Sartre defende que o homem é livre e responsável por tudo que está à sua volta. Somos inteiramente responsáveis por nosso passado, nosso presente e nosso futuro. Em Sartre, temos a ideia de liberdade como uma pena, por assim dizer. “O homem está condenado a ser livre”. Se, como Nietzsche afirmava, já não havia a existência de um Deus que pudesse justificar os acontecimentos, a ideia de destino, passava a ser inconcebível, sendo então o homem o único responsável por seus atos e escolhas. Para Sartre, nossas escolhas são direcionadas por aquilo que nos aparenta ser o bem, mais especificamente por um engajamento naquilo que aparenta ser o bem e assim tendo consciência de si mesmo. Em outras palavras, para o autor, o homem é um ser que “projeta tornar-se Deus”.

Sartre não nega por completo o determinismo, mas determina o ser humano através da liberdade, não somos, afinal, livres para não ser livres. Afinal de contas, não é Deus, nem a natureza, tampouco a sociedade que nos define, que define o que somos por completo ou nossa conduta. Somos o que queremos ser, o que escolhemos ser; e sempre poderemos mudar o que somos. o quem irá definir. Os valores morais não são limites para a liberdade.

mais sobre Sartre: http://educacao.uol.com.br/biografias/jean-paul-sartre.jhtm

será que temos controle sobre nosso destino?

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Sem Legenda

Liberdade segundo o Determinismo.

Determinismo é a doutrina que afirma serem todos os acontecimentos – inclusive vontades e escolhas humanas causados por acontecimentos anteriores, por forças externas. Segue-se que o ser humano seria destituído de liberdade de decidir e de influir nos fenômenos em que toma parte. O indivíduo faz exatamente aquilo que tinha de fazer e não poderia fazer outra coisa; a determinação de seus ates pertence à força de certas causas, externas e internas. É a principal base do conhecimento científico da Natureza, porque afirma a existência de relações fixas e necessárias entre os seres e fenômenos naturais: o que acontece não poderia deixar de acontecer porque está ligado a causas anteriores. Os mundos físico e biológico são, pois, regidos pelo determinismo – no nível macroscópico.

A doutrina aposta é a do livre-arbítrio, que declara a vontade humana livre pira tomar decisões e determinar suas ações. Diante de várias opções oferecidas por uma situação real, o homem poderia escolher uma racionalmente e agir livremente de acordo com a escolha feita (ou não agir se o quisesse). Exige, portanto, capacidade de discernir e liberdade interior.