justo-meio

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virtudes

A Teoria do justo-meio de Aristóteles, pressupõe o homem na busca da felicidade da pólis. Ou seja, o homem é parte da cidade e sua felicidade depende da felicidade da cidade. Portanto, o homem feliz é aquele que chega à cidadania. Para que isso ocorra, o homem tem que buscar a excelência, ser virtuoso, ele tem que agir conforme as virtudes (justo-meio). Para ser virtuoso, o homem tem que usar sua virtude intelectual na ação, atuando na obtenção da virtude moral. Inteligentemente, o homem evita os vícios por falta e por excesso e atinge o justo-meio (a virtude). Por exemplo: entre a vaidade (vício por excesso) e a modéstia (vício por falta) está o respeito próprio (justo-meio). Para Aristóteles não é possível chegar no justo-meio fora da ação. Claro é também que, para calcular inteligentemente sua ação, o homem tem de ter alma.

 

 

Justiça: Qual é a coisa certa a fazer?

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PRIMEIRA PARTE:

O lado MORAL DE ASSASSINATO

Se você tivesse que escolher entre (1) matar uma pessoa para salvar as vidas de outras cinco pessoas e (2) não fazer nada, mesmo que você sabia que cinco pessoas iria morrer diante de seus olhos, se você não fez nada – o que você faria? Qual seria a coisa certa a fazer? Esse é o cenário hipotético Professor Michael Sandel usa para lançar seu curso de raciocínio moral. Após a maioria dos estudantes de votos para matar a uma pessoa a fim de salvar a vida de outros cinco, Sandel apresenta três dilemas morais semelhantes, cada um artisticamente concebido para tomar a decisão mais difícil. Como os alunos se levantar para defender suas escolhas conflitantes, torna-se claro que as premissas por trás do nosso raciocínio moral são muitas vezes contraditórios, e a questão de o que é certo e o que é errado nem sempre é preto e branco.

Aula 02
Aula 03

Aula 04

Aula 05

 

ALIENAÇÃO PARENTAL

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Você sabe o que é SAP?

Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner (1985) para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.

Os casos mais frequentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro.

Saiba mais: http://www.alienacaoparental.com.br/o-que-e

Pandora (Πανδώρα)

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Dantes vivia sobre a Terra a raça humana, a recato da desgraça e de penoso trabalho, e das doenças horríveis, que trazem a morte aos homens. Mas a mulher, com as mãos, ergueu a grande tampa da vasilha e dispersou-as, preparando para a humanidade funestos cuidados. Dentro da vasilha, na morada indestrutível, abaixo do rebordo, ficou apenas a Esperança. Essa não se evolou.

Antes, já ela tornara a colocar a tampa, por desígnios de Zeus detentor da Égide, que amontoa as nuvens. Mas as tristezas aos centos erram entre os homens. Cheia está a Terra de desgraças, cheios os mares. As doenças, umas de dia, outras de noite, visitam à vontade os homens trazendo aos mortais o mal, em silêncio, pois Zeus prudente lhes tirou a voz. E assim não há maneira de evitar os desígnios de Zeus.

Hesíodo, Os Trabalhos e os Dias (séc. VIII/VII a.C.).