Filosofia RAP

Epic Rap Battles of History (abreviadas normalmente como ERB ou ERBoH) é uma série de vídeos do youtube. A série mostra famosos históricos e figuras pop, ficcionais ou reais, umas contras as outras em formato batalha de rap.

Neste clipe duelam Nietzsche, SócratesVoltaire contra Sun TzuConfúcio e Lao Zi.

Veja quem são os oponente e opine sobre qual filosofia foi melhor representada; a Filosofia Ocidental ou a Filosofia Oriental

Mitologia: Uma das formas que o homem encontrou para explicar o mundo

Por considerar a raça humana irremediavelmente perdida e cheia de defeitos, Zeus, o soberano dos deuses, resolveu acabar com ela. Para isso, provocou um dilúvio no mundo para afogar a humanidade. Apenas o casal formado por Deucalião e Pirra seria poupado, em virtude de sua bondade. Zeus os aconselhou a construírem uma arca e se abrigarem nela. Depois de flutuar nove dias e nove noites, sobre as águas da tormenta, a arca parou no topo de uma montanha, onde o casal desembarcou.

Quando as águas baixaram, apareceu Hermes, o mensageiro de Zeus, e lhes disse que o soberano satisfaria qualquer desejo dos dois. Deucalião lhe disse que queriam ter amigos. Hermes determinou que ambos jogassem por cima dos ombros pedras recolhidas do chão. As pedras jogadas por Deucalião se transformaram em homens ao atingir o solo. As pedras de Pirra tornaram-se mulheres e, assim, o mundo foi repovoado.

Muito semelhante ao episódio do dilúvio bíblico, esse mito grego narra a destruição e o ressurgimento da humanidade na Terra. De fato, a mitologia, entre os povos antigos ou primitivos, era uma forma de se situar no mundo, isto é, de encontrar o seu lugar entre os demais seres da natureza.

Era também um modo de estabelecer algumas verdades que não só explicassem parte dos fenômenos naturais ou culturais, mas que ainda dessem formas para a ação humana. Não sendo, porém, nem racional nem teórico, o mito não obedece a lógica nem da realidade objetiva, nem da verdade científica. Trata-se de uma verdade intuída, que dispensa provas para ser aceita.

À mercê de forças naturais

O mito pode ter nascido do desejo e da necessidade de dominar o mundo, para fugir ao medo e à insegurança. À mercê das forças naturais, que são assustadoras, o homem passou a lhes atribuir qualidades emocionais. As coisas não eram consideradas como matéria morta, nem como independentes do sujeito que as percebe: o próprio ser humano.

As coisas, ao contrário, eram vistas como plenas de qualidades, podendo tornar-se boas ou más, amigas ou inimigas, familiares ou sobrenaturais, fascinantes e atraentes ou ameaçadoras e repelentes. Assim, o homem se movia num mundo animado por forças que ele precisava agradar para haver caça abundante, para fertilizar a terra, para que a tribo ou grupo fosse protegido, para que as crianças nascessem e os mortos pudessem ir em paz para o além.

Mito, magia e desejo

O pensamento mítico, portanto, está muito ligado à magia e ao desejo de que as coisas aconteçam de um determinado modo. A partir dele desenvolveram-se os rituais, como técnicas de obter os acontecimentos desejados. O ritual é o mito em ação. Já nas cavernas de Lascaux e Altamira, o homem do Paleolítico (12.000 a 5.000 a.C.) desenhava os animais – com um estilo muito realista, diga-se de passagem – e depois os atacava com flechas, para garantir o êxito da caçada.

O mito tem funções determinadas nas sociedades antigas e primitivas. Inicialmente, ele serve para acomodar e tranquilizar o homem num mundo perigoso e assustador, dando-lhe segurança. O que acontece no mundo natural passa a depender, através de suas ações mágicas, dos atos humanos. Além disso, o mito também serve para fixar modelos exemplares de todas as atividades humanas.

Atualizando o sagrado

O ritual é a repetição dos atos dos deuses, que foram executados no início dos tempos e que devem ser imitados e repetidos para as forças do bem e do mal se manterem sob controle. Desse modo, o ritual é uma atualização dos acontecimentos sagrados que tiveram lugar no passado mítico.

Assim, o mito é uma primeira narrativa sobre o mundo, uma primeira atribuição de sentido ao mundo, na qual a afetividade e a imaginação exercem grande papel. Sua função principal não é propriamente a de explicar a realidade, mas a de adaptar psicologicamente o homem ao mundo.

O mito primitivo é sempre um mito coletivo. O grupo, cuja sobrevivência precisa ser assegurada, existe antes do indivíduo. É só através do grupo que os sujeitos individuais se reconhecem enquanto tal. O indivíduo só tem consciência, só se conhece como parte do grupo, da tribo. Através da existência e do reconhecimento dos outros, ele se afirma enquanto ser humano.

A prevalência da fé

Outra característica do mito é a de apresentar-se como uma verdade que não precisa ser provada e que não admite contestação. A sua aceitação decorre da fé e da crença. Não é uma aceitação racional, fundamentada em provas e raciocínios.

Sob essa perspectiva coletiva, a transgressão da norma, a não-obediência da regra afeta o transgressor e toda sua família ou comunidade. Desse modo é criado o tabu – a proibição -, cuja desobediência é extremamente grave. Só os ritos de purificação podem restaurar o equilíbrio da comunidade e evitar que o castigo dos deuses recaia sobre todos.

A imortalidade do mito

Mas e quanto aos nossos dias? Por acaso não existem mais mitos? O pensamento filosófico e científico, que tiveram início com os primeiros filósofos, na Grécia do século 6 a.C., teriam ocupado todo o lugar do conhecimento e condenado à morte o modo mítico de nos situarmos no mundo?

Essa é a posição defendida por Augusto Comte, filósofo francês do século 19, fundador de uma corrente filosófica chamada positivismo. As ideias positivistas explicam a evolução da espécie humana em três fases: a mítica (religiosa), a filosófica (metafísica) e a científica. Esta última seria o ápice do desenvolvimento humano e não só é considerada superior às outras, como também seria a única válida para se chegar à verdade.

Além da razão

Porém, ao opor a razão ao mito, o positivismo empobrece a realidade humana. O homem moderno, tanto quanto o antigo, não é constituído só de razão, mas também de afetividade e emoção. Se a ciência é importante e necessária à nossa construção de mundo, por outro lado ela não oferece a única interpretação válida do real.

Negar o mito é negar uma das formas fundamentais da existência humana. O mito é a primeira forma de dar significado ao mundo: fundamentada no anseio de segurança, a imaginação cria histórias que nos tranquilizam, que são exemplares e nos orientam no dia-a-dia.

Os super-heróis e os salvadores da pátria

Na verdade, independentemente de nosso desenvolvimento intelectual, o mito continua a nos acompanhar. Sua função de criar narrativas mágicas subsiste, por exemplo, na arte e permeia a nossa vida diária.

Atualmente, os meios de comunicação de massa trabalham os desejos e anseios que existem na nossa natureza inconsciente e primitiva. Os super-heróis dos desenhos animados e das histórias em quadrinhos, por exemplo, encarnam o Bem e a Justiça e assumem a nossa proteção imaginária, exatamente por que o mundo moderno, com todos os seus problemas, especialmente nos grandes centros urbanos, revela-se cada vez mais um lugar extremamente inseguro.

Da mesma maneira, no plano político, certas figuras procuram se transformar em heróis populares, dizendo lutar contra as injustiças sociais e os privilégios. Também artistas e esportistas podem ser transformados em modelos de existência: são fortes, saudáveis, bem alimentados, etc. Até as telenovelas, ao trabalhar a luta entre o Bem e o Mal, estão lidando com valores míticos, pré-reflexivos, que se encontram dentro de todos nós.

Além de mitos, o mundo moderno também tem seus rituais. Afinal, as festas de formatura, de Ano Novo, os trotes dos calouros, os bailes de quinze anos, não são em tudo semelhantes aos antigos rituais de passagem das velhas tribos e clãs?

Antonio Carlos Olivieri (fonte)

Charlie Charlie: mistério desvendado!

Se você está em pânico por causa do Desafio do Charlie Charlie, fique tranquilo!

O Manual do Mundo desvenda todos os mistérios por trás desse mito de internet e mostra por que você pode ficar tranquilo aí na sua casa:

Primeiro, mostramos que os lápis se movimentam porque eles funcionam de um jeito parecido com o de uma bússola. Além disso, eles se mexem com a menor movimentação de ar possível (veja o que acontece quando colocamos uma vela acesa perto deles!).

Por fim, descubra como sua mente pode te levar a acreditar em alguma coisa que não é provada por meio de experimentos!

Para mais vídeos que ajudam a desvendar mistérios do dia a dia, continue acompanhando o site!

Éolo

fim do mundo

O deus Éolo vivia numa ilha flutuante na Eólia com seus doze filhos. Foi presenteado por Zeus e recebeu o poder de despertar e acalmar os ventos tornando-se o deus dos ventos.

Odisseu, herói grego, indo visitá-lo foi presenteado por Éolo com uma sacola de couro com todos os ventos dentro. Foi recebido como convidado de honra.

Ao partir, Odisseu teve sua sacola de couro aberta por seus marinheiros que pensavam ter dentro da sacola ouro. Varridos pelos ventos voltaram à ilha de Éolo, mas este enfurecido se negou a ajudá-lo.

fonte.

Então? É Ciência ou Não?

Filosofia em Pedacinhos: Então? É Ciência ou Não?

Animação em francês com legendas em português sobre filosofia da ciência produzida pela Universidade de Nancy, juntamente com os Archives Henri Poincaré, para o 14º Congresso Internacional de Lógica, Metodologia e Filosofia das Ciências.

Criados por Philippe Thomine e com animação realizada por Nicolas Mathis, a série de vídeos intitulada “A filosofia em pedacinhos” (La philo en petits morceaux), abordam, em linguagem simples, vários temas de filosofia da ciência e de epistemologia — como mudanças de paradigma, os paradoxos em lógica e em teoria de conjuntos, a filosofia da mente, os problemas da causalidade, etc. Os 6 vídeos originais podem ser assistidos no site do projeto – é possível ativar as legendas ocultas e traduzir pelo recurso do youtube.

Saiba mais aqui.

quem precisa de filosofia?

filosofia é uma prática:

“pessoas práticas, que acreditam ser isentas de qualquer influência intelectual, são normalmente escravas de algum economista extinto…”

como ser humano, você não tem a escolha de ter ou não uma filosofia – sua única escolha é qual filosofia você vai ter na vida.

Se o mundo fosse uma aldeia com 100 pessoas

  • NASCIMENTOS E MORTES POR ANO: 2 nasceriam e 1 morreria.
  • NACIONALIDADE: 61 são asiáticos, 13 norte e sul-americana, 13 africanas, 12 europeias e 1 oceânica.
  • LINGUAGEM: 17 falam chinês; 8 falam hindi; 9 falam inglês; 7 espanhol; 4 pessoas falam bengali; 4 falam árabe; 3 falam russo; 3 falam português; o resto da população fala outras línguas.
  • COR DE PELE: 30 são brancos as outras 70 teriam outras cores.
  • GÊNERO: 52 são mulheres e 48 são homens.
  • IDADE: 70 são adultos e 30 são crianças.
  • RELIGIÃO: 5 acreditam em espíritos, 6 seriam budistas, 13 hindus; 19 muçulmanos; 24 ateus/outros; 33 cristãos.
  • ORIENTAÇÃO SEXUAL: 90 seriam heterossexuais e 10 homossexuais.
  • ELETRICIDADE: 76 tem acesso à eletricidade e 24 não têm.
  • ENERGIA: 20% consomem 80% e 80% consomem 20%.
  • ALFABETIZAÇÃO: 86 sabem ler e 14 não sabem.
  • EDUCAÇÃO: só 1 tem faculdade, 99 não.
  • COMPUTADOR: 7 possuem computador e 93 não.
  • AR: 68 respiram ar puro e 32 respiram ar poluído.
  • HIV: 1 tem a doença e 99 não.
  • MEDO: 80 não têm motivos para ter medo e 20 vivem com medo da morte por ataque de bombardeio, minas terrestres ou de sequestro por grupos armados.
  • ÁGUA: 83 tem acesso à agua limpa e saudável e 17 não têm acesso à água.
  • DINHEIRO: 6 possuem 59% (todos nos EUA), 74 possuem 39% e 20 dividem 2% da riqueza do mundo.
  • ALIMENTO: 50 não tem fonte confiável e passam fome algumas vezes ou o tempo todo, 30 sempre tem o suficiente para comer (15 estão acima do peso), 20 estão desnutridos e 1 morrendo de fome.
  • LIBERDADE: 48 não podem falar, agir segundo a sua fé e consciência devido à assédio, prisão, tortura ou morte – 52 estariam livres.

Sites recebem denúncias de preconceitos e outros crimes virtuais

denuncie

Os criadores do site criaram uma campanha contra as publicações preconceituosas. A página recebe cópia das postagens e apresenta dicas de como fazer a denúncia diretamente ao Ministério Público Federal.

Denúncia anônima:

Caso a pessoa não queira se identificar ao fazer a denúncia, é possível utilizar o site da OnG SafernetBrasil, que trabalha pela defesa dos direitos humanos. Em parceria com o próprio Ministério Público Federal, o site www.denuncie.org.br recebe, de forma anônima, denúncias de discriminação, preconceito ou incitação ao crime na web e os encaminha aos órgãos públicos competentes.

criança vê – criança faz

por isso é importante que sejamos autônomos (“o que estabelece suas próprias leis” saiba sobre autonomia aqui)

Como Pensar por si Mesmo (em oito passos)

Criado por Amanda Ribeiro, Rafael Bemerguy

Quando você aceita tudo o que lhe é dito sem questionar, você abre caminho para ser manipulado. Para evitar ser manipulado, siga estes passos:

1. Faça questões, uma em especial: “Por quê?“.

Pergunte a todos (não apenas àqueles que se dizem peritos), e tente responder você mesmo às suas próprias questões também. Quando você tem uma resposta, tente pensar nas exceções e então se pergunte por que essas exceções existem. Nunca se satisfaça até que você chegue a uma resposta que tenha poucas exceções.

2. Procure por motivos egoístas.

Algumas pessoas podem ficar chateadas, e até ofendidas, se você estiver questionando algo que elas aceitam sem hesitar. Quando as pessoas querem que você pense de uma determinada maneira, é porque isso irá beneficiá-las de algum jeito. Mas o benefício não é sempre óbvio ou direto.

  • As pessoas querem que você adote a perspectiva delas porque isso faz com que elas se sintam mais confortáveis e seguras;
  • Aceitar as crenças das pessoas faz com se seja mais fácil elas se identificarem com você, que você é uma boa pessoa. Estas pessoas não querem que suas crenças sejam desafiadas, porque é como se você estivesse desafiando a personalidade delas – para elas, parece que você está questionando a habilidade delas em serem pessoas boas.
  • As pessoas geralmente estão pensando no seu melhor e realmente querem que você esteja de acordo com as crenças delas sem analisar as afirmações que elas fazem.
  • As pessoas só querem ser vistas como autoritárias e confiáveis, então elas estão mais interessadas se você acredita ou não nas coisas que elas dizem. É por isso que elas levam para o lado pessoal se você não aceitar tudo logo de cara.

3. Pare de querer agradar a todos.

Quem não pensa por si, geralmente, têm medo de discordar dos outros e colocar “lenha na fogueira”. Uma pessoa que pensa livremente, por outro lado, baseia o seu valor em algo além do que as pessoas pensam dele. Estas pessoas ainda sofrem rejeição, desconforto e angústia, mas elas continuam pensando por si mesmas.

  • Em casos onde alguém diz que “quer o melhor para você”, você pode ser acusado de não confiar na pessoa e acabar se sentindo culpado por isso. Mas tenha em mente que qualquer pessoa que realmente se importa por você irá querer explicar o seu ponto de vista e o porquê dela se sentir assim e permitirá que você decida por si mesmo se o que ela falou é o suficiente para você acreditar nela.

4. Pesquise.

Analise as afirmações feitas pelos outros. Você ficará maravilhado em quantas vezes você irá encontrar muitas evidências que contradizem as afirmações das outras pessoas. Ainda sim, quem não pensa por si, não analisa seu conhecimento e repassam informações incorretas, por nunca questionar a precisão ou a verdade do que estão dizendo. Use o Google ou vá até uma biblioteca e procure pela informação para provar ou refutar as afirmações feitas. Lembre-se da fonte da sua “evidência”. Esteja ciente de que, só porque você viu em um livro ou na internet, isto não quer dizer que seja verdade.

5. Decida se você quer se pronunciar.

Pensar por si mesmo é uma coisa; expressar os seus pensamentos é outra. Se as suas conclusões não combinam com as dos outros, você pode guardá-las para si mesmo, ou apresentar sua própria perspectiva. Apenas esteja ciente de que a última opção pode levar a conversas mais esquentadas.

  • Assim que tiver encontrado alguma evidência, de uma forma ou de outra, você pode falar sobre ela. “Sim, sabe, depois que nos falamos ontem, eu fiquei tão interessado no assunto que fui pesquisar. É incrível, não é? É difícil de acreditar, mas é verdade!”, ou de forma contrária, você pode dizer “Eu sei que parece incrível, e eu odeio ser estraga prazeres, mas eu pesquisei, e parece que isso não é verdade. Sinto muito em te dizer isso, mas eu não acho que isso é verdade. Você pode procurar em (diga onde você encontrou a evidência) e veja por si mesmo”.
  • Se você prefere evitar discussões e debates, faça algumas manobras evasivas. Mude de assunto, encontre um motivo para sair, ou apenas diga “Eu não quero falar sobre isso agora”.

6. Seja humilde.

Quando você estiver prestes a dar a notícia de que o que o seu amigo está falando é mentira, fale de forma humilde e compassiva – não saia por aí se gabando por ter desmistificado um mito. Você pode parecer inteligente para os outros por um minuto, mas para o seu amigo, você vai parecer um idiota.

7. Viva fora da sua zona de conforto.

Algumas pessoas não somente ficarão muito perturbadas por você não acreditar nas afirmações delas, mas você também irá aprender a questionar as suas próprias hipóteses, e isso pode fazer você se sentir perdido e confuso, como se estivesse andando num quarto escuro. É preciso coragem para encarar a incerteza. Seja corajoso.

8. Cuidado com a paralisia por análise.

Quando você está pensando por si mesmo, você tem total responsabilidade por sua vida e por suas ações, porque você não pode dizer que estava confiando no julgamento de outra pessoa. Isso pode ser muito irritante e pode levar você a duvidar de si mesmo. Lembre-se que pensar por si mesmo não significa ter certeza. Significa tomar decisões baseadas na sua própria análise, ao invés da análise de outra pessoa. Sempre haverá algum grau de incerteza, não importa qual, você tem que aprender a aceitar e a lidar com isso.

(ter uma atitude de humildade e sincero interesse ajuda muito em suas tentativas de pensar por si mesmo – boa sorte ;))

taigitu

(original)

“Jogo, logo existo”: ideias de grandes filósofos viram animações 8-bit

que acontece quando se mistura o melhor da filosofia com o melhor dos maravilhosos jogos 8-bit da nossa infância? O canal Wisecrack do YouTube está presenteando a internet com uma série que une justamente estas duas coisas. Chamado de 8-Bit Phylosophy, o show já conta com 11 vídeos e novos episódios saem regularmente, um domingo sim outro não. Infelizmente, só em inglês :(.

Entre as animações já postadas, o Mito da Caverna de Platão ganha a incrível estética do primeiro Legend of Zelda para Nintendo, e o Marxismo é explicado dentro do universo do Super Mario Bros. Outros mestres como Nietzsche, Kant, Descartes, Sartre e Hegel também foram contemplados.

“Jogo, logo existo. Combinando seus jogos retrô favoritos com conhecimento filosófico legítimo, 8-Bit Phylosophy vai fazer você filosofar like a BOSS. Sintonize a cada dois domingos para novos episódios. Finalmente, videogames tornam você inteligente”, descreve o canal.

Confira as animações:

EP. 1: O QUE É REAL? (PLATÃO)

EP. 2: CIÊNCIA = VERDADE? (NIETZSCHE)

EP. 3: HUMANOS OPERAM COMO COMPURADORES? (KANT)

EP. 4: PODEMOS TER CERTEZA DE ALGUMA COISA? (DESCARTES)

EP. 5: NÓS GOSTAMOS DE SER LIVRES? (SARTRE)

EP. 6: A MUDANÇA É UMA ILUSÃO? (ZENÃO)

EP. 7: A RACIONALIDADE DÁ SENTIDO À VIDA? (KIERKEGAARD)

EP. 8: EXISTE UM FIM PARA A HISTÓRIA? (HEGEL)

EP. 9: O QUE É O MARXISMO? (KARL MARX + SUPER MARIO BROS.)

EP. 10: VOCÊ É AUTÊNTICO? (HEIDEGGER + RIVER CITY RANSOM)

EP. 11: POR QUE NÃO DEVERÍAMOS COMETER SUICÍDIO? (CAMUS + DONKEY KONG)

(fonte)

 

Mitologia para Crianças

Zeus é o maior deus da Mitologia Grega. Ele quase foi devorado pelo seu pai, Cronos, quando bebê, mas sobreviveu e tomou o trono para si!
Com ajuda de seus irmãos, Zeus construiu o maior império de deuses. Assista ao desenho animado e conheça melhor a história.

Se Hades te oferecer comida, nunca aceite! Assista ao desenho animado e entenda a lenda do rei do submundo dos mortos da mitologia grega.

Na mitologia grega, os Ciclopes são três monstros gigantes de um olho só que pastoreiam ovelhas.
Veja no desenho animado como um grupo de heróis derrotou os monstrengos com usando a astúcia!

Os centauros viviam em paz com os humanos – até o dia em que um deles captura a bela Hipodâmia – e assim a amizade entre homens e centauros nunca mais foi a mesma!
Assista ao vídeo abaixo para conhecer a lenda dos centauros.

Quimera é um monstro da mitologia grega que tem três cabeças: de leão, de cabra e de serpente.
O bicho solta fogo pelo nariz e domina a região em que mora, assutando as pessoas do lugar. Até que um dia o herói Belerofonte, montado no cavalo Pégaso, o derrota!
Assista ao vídeo abaixo para conhecer a lenda da Quimera.

Medusa é um ser da mitologia grega que tinha cobras no lugar do cabelo e transformava qualquer ser vivo que a olhasse diretamente nos olhos em pedra.
Medusa vivia em uma caverna até um dia em que o herói Perseu resolveu combatê-la. Teve uma ideia genial para não ser transformado em pedra e venceu! Assista ao vídeo abaixo que conta a história da Medusa.

Historinha de Hermes, o mensageiro do Olimpo.

Historinha de Pégaso e Belerofonte.

66 Conselhos realmente úteis (que ninguém dá)

Que o mundo não é colorido, acho que você sabe. Mas que as pessoas gostam de enfeitar, ahhh.. isso gostam, poucas as pessoas que sabem como dizer as verdades quando realmente precisamos ouvi-las.

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Somos Todos Diferentes

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PDF da apostila do projeto Um por todos e todos por um! Pela ética e cidadania!

Construir a cidadania é uma ação conjunta, com benefícios para todos os que dela participam. 

O projeto “Um por todos e todos por um! Pela ética e cidadania!” é uma semente a ser plantada no coração do nosso Brasil, para que as gerações futuras possam ver germinar um país mais justo, que alimenta seus filhos e transparece na dignidade da grande nação que representa.

Entre no site e conheça mais.

(E-Livro) Filosofar descontraidamente

Pdf do livro “O PEQUENO LIVRO DO FILÓSOFO”

Capa livro desidério murcho

Pensar sobre os grandes problemas da filosofia é uma arte reservada a poucos. Certo?

Errado.

Você é um filósofo em potência.

Não acredita?

Então experimente.

Pensar é uma atividade natural.

Todos pensamos no dia-a-dia.

Ser um filósofo é só uma questão de pensar de forma sistemática, clara e consequente.

Não dói nada.

É de graça. Ou quase… O Pequeno Livro do Filósofo oferece sugestões práticas para pensadores intrépidos, tímidos ou pura e simplesmente indecisos.

E não julgue que para ser um filósofo é preciso assumir um ar grave e profundo. Na verdade, alguns dos pensamentos dos grandes filósofos não eram graves nem profundos e toda a gente acreditou neles à mesma só porque tinham fama de ser graves e profundos.

Por isso, descontraia-se. Pense. Com alegria. Vai ver que não se arrepende.

E não faz mal se não resolver todos os problemas da filosofia. Até hoje, ninguém fez tal coisa..:)

 

“Este pequeno livro reúne 137 máximas que visam ajudar quem quer aprender a filosofar. Escrevi-o como um exercício de descontração, e por isso trata-se de máximas leves e despretensiosas. Mas não é apenas um exercício de descontração, pois inclui sugestões que poderão ser úteis a jovens interessados em filosofia.

O mote do livro é que qualquer pessoa pode tornar-se um filósofo. Isto é algo escandaloso em muitos setores da cultura de língua portuguesa, que vêem o filósofo como um guru tocado pelos deuses, e não como um ser humano como os outros, apenas interessado num certo tipo de problemas e com um certo tipo de talento para os enfrentar .

Espero que este pequeno livro consiga descontrair o leitor e dar-lhe algumas sugestões proveitosas. – Desidério Murcho”

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céu

Olhar para o céu é o passatempo de muitas pessoas ao redor do mundo, e não estamos falando de astronautas ou funcionários da NASA. Existem centenas de astrônomos amadores que dedicam várias de suas noites a observar os astros e estudar um pouco mais sobre o Universo.

Para esses amadores, alguns acontecimentos no céu são bem corriqueiros, como a passagem de satélites ou de meteoros. Porém, não é todo mundo que tem o costume de estudar mais a fundo o que acontece acima de nossas cabeças e, por isso, essas pessoas acabam cometendo alguns erros. Por mais simples que esses equívocos sejam, é sempre bom esclarecer para que eles não sejam passados para frente.

É verdade que dá para ver satélites artificiais a olho nu?

Sim, e eles parecem estrelas “correndo”. Com o telescópio é mais difícil ver um satélite artificial passando, pois além de eles cruzarem o céu a uma velocidade aparente considerável, com o telescópio você enxerga uma área menor da abóboda celeste, fazendo com que as chances de um objeto passar ali sejam pequenas.

Além dos satélites, também é possível ver a Estação Espacial Internacional e os ônibus espaciais passando. Existem sites como o Heavens-above.com que trazem a data e o horário em que alguns satélites e a ISS cruzarão o céu da sua região. Em fotografias de longa exposição, o objeto é registrado como um risco contínuo e forte, como na foto abaixo que registrou a passagem da Atlantis.

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céu

(Fonte da imagem: Filogônio S. Carvalho Filho / Grupo Astronômico Nevoeiro)

Existe estrela cadente?

Claro que existe, mas o nome correto é meteoro (ou meteorito). Trata-se de fragmentos de cometas e outras matérias que ficam vagando pelo espaço e são atraídos pela força gravitacional da Terra. Quando atinge a atmosfera do nosso planeta, os pequenos viajantes tornam-se incandescentes, dando origem ao efeito luminoso do meteoro. Em uma noite limpa e bem escura, é possível ver muitos meteoritos cruzando o céu; basta prestar atenção.

E por que a chuva de meteoros não “chove”?

As chamadas chuvas de meteoro acontecem quando há um aumento na quantidade de meteoritos cruzando o céu. Em uma noite comum, dentro de uma hora é possível ver cerca de cinco objetos do gênero. Nas chuvas, você consegue observar até doze meteoros em 60 minutos.

No verão é mais quente porque estamos mais perto do Sol?

Não! Esse erro é muito comum, mas o afélio (época em que a Terra está mais longe do Sol) e o periélio (quando o planeta está mais próximo do Sol) nada têm a ver com as estações do ano. É a inclinação da Terra que faz com que haja períodos quentes e frios em épocas diferentes para cada hemisfério.

Essa inclinação faz com que uma dada região receba menos radiação solar do que a outra. Isso interfere no clima do planeta e dá origem às quatro estações que conhecemos. O início de cada estação é definido por dois fenômenos astronômicos, chamados de “solstício” (para o verão e o inverno) e “equinócio” (para a primavera e o outono).

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céuAmpliar (Fonte da imagem: Astronomia no Zênite)

Todo cometa é visível a olho nu?

Não. Os cometas nada mais são do que bolas de gelo sujo que orbitam o Sol. Quando estão próximos à estrela principal do Sistema Solar, o núcleo do cometa é afetado pelo vento e pela radiação solar, fazendo com que a cauda se forme. Quando iluminada pelo Sol, essa cauda fica mais visível, mas nem sempre ela é grande o suficiente para que o objeto seja visto a olho nu.

Às vezes, um cometa pode passar por um súbito e grande jato de gás e poeira, fazendo com que sua cauda e coma aumentem de tamanho e ele possa ser visto da Terra. Em 2007, essa injeção de poeira pode ser vista no cometa Holmes.

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céu

As manchas solares são erupções no Sol?

Justamente o contrário. As manchas observadas na superfície do Sol são, na verdade, as regiões mais frias e de menor pressão da fotosfera do astro. Enquanto a superfície solar pode chegar aos 6.000 oC, na área das manchas a temperatura varia entre 1.500 oC e 2.000 oC. O surgimento dessas áreas frias está associado ao campo magnético da estrela.

Uma frustração comum: coloração dos planetas

O sentimento de frustração é muito comum ao olhar um planeta pela primeira vez em um telescópio amador. Normalmente as pessoas vão preparadas para ver o que as fotos mostram: cores vistosas e aumentos espetaculares. Sim, os planetas são coloridos, mas pelo telescópio elas aparecem mais fracas, dando a impressão que o astro está desbotado.

As imagens que você encontra na internet normalmente são tratadas com dezenas de filtros e efeitos para destacar algumas características dos planetas. Além disso, as fotos da NASA, por exemplo, são tiradas por telescópios muito mais potentes do que aqueles usados por astrônomos amadores.

Astronomia: 6 erros que cometemos ao olhar para o céu

(Fonte da imagem: Filipe Augusto Moro / Grupo Astronômico Nevoeiro)

Então como saber que você está vendo um planeta? A forma esférica do objeto não deixa dúvida de que se trata de um planeta. Além disso, alguns astros possuem características bem distintas, como os anéis de Saturno ou as faixas e luas de Júpiter.

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Agora que você já esclareceu algumas das dúvidas mais comuns para quem não tem a Astronomia como atividade cotidiana, conte para outras pessoas e ajude a acabar com alguns mitos populares.

Leia mais em: tecmundo.com.br

Chega de Bullying: não fique calado!

Theo Chen é um garoto de 12 anos que vive em Cingapura. Em um canal no YouTube, costuma postar vídeos próprios bastante editados, em que fala sobre coisas da vida ou aparece dublando e dançando músicas de artistas que ele curte, como Bruno Mars, Skrillex e Jessie J. Por conta de seu jeito sem pudores (ele dança do jeito que gosta e que quer, com a roupa que lhe der vontade), acabou sendo injustamente criticado na internet.
“Hoje vou falar sobre algo que vem me incomodando nos últimos dois meses. Não será editado como meus outros vídeos”, diz Theo logo no começo. Ele fala, de uma forma madura para um garoto de 12 anos de idade, que tem sofrido muito com as acusações violentas de pessoas homofóbicas, tanto na escola, quanto na internet. “Eu estive recebendo muito ódio online no Ask.FM, Facebook, YouTube. E, verbalmente, as pessoas tem falado muitas coisas más sobre mim”. Apesar de ser chamado de gay, Theo diz com ênfase:

“A verdade é que eu realmente não sei. Vocês pelo menos sabem quantos anos eu tenho? Eu tenho 12 anos, e vocês me chamam de gay? E o que importaria se eu fosse gay? Eu achei que este mundo fosse livre. Vocês não deveriam julgar as pessoas pela sexualidade, mas pela personalidade. E daí se eu andar pela escola afeminado? Não interessa. Vocês exercitam tanto seus estereótipos nesse momento, e vocês não deveriam. Não está certo. Muitos de vocês vão ver este vídeo e dizer ‘Sim, ele é definitivamente gay’. Eu realmente não me importo. Fiz este vídeo pra pedir a vocês que pensem sobre o que dizem”
Chen alerta para os perigos do bullying, diz que gostaria de estar aproveitando a escola, mas não pode, porque as pessoas o atormentam o tempo inteiro. O vídeo já foi visto quase 200 mil vezes (os outros, normalmente, não passam de 8 mil). fonte: revista época

Bullying é quando alguém machuca ou humilha constantemente outra pessoa.  

Xingar, espalhar rumores, agredir ou excluir intencionalmente alguém também são formas de bullying.

pessoas burras são burras demais para saber que são burras

 

Várias pesquisas psicológicas estão chegando à conclusão que a incompetência priva as pessoas da capacidade de reconhecer sua própria incompetência. Ou seja: as pessoas burras são burras demais para saber que são burras.

E essa desconexão pode ser responsável por muitos dos problemas da sociedade.

Com mais de uma década de pesquisa, David Dunning, um psicólogo da Universidade de Cornell, demonstrou que os seres humanos acham “intrinsecamente difícil ter uma noção do que não sabem”.

Se um indivíduo não tem competência em raciocínio lógico, inteligência emocional, humor ou mesmo habilidades de xadrez, a pessoa ainda tende a classificar suas habilidades naquela área como sendo acima da média.

Dunning e seu colega, Justin Kruger, agora na Universidade de Nova York, fizeram uma série de estudos nos quais deram às pessoas um teste de alguma área do conhecimento, como raciocínio lógico, conhecimento sobre doenças sexualmente transmissíveis e como evitá-los, inteligência emocional, etc.

Então eles determinaram as suas pontuações, e, basicamente, pediram que eles lhe dissessem o quão bem eles achavam que tinham ido.

Os resultados são uniformes em todos os domínios do conhecimento. As pessoas que realmente se saíram bem nos testes tenderam a se sentir mais confiantes sobre o seu desempenho, mas apenas ligeiramente. Quase todo mundo achou que foi melhor do que a média.

“As pessoas que realmente foram mal – os 10 ou 15% de fundo – acharam que seu desempenho caía em 60 ou 55%, portanto, acima da média”, disse Dunning.

O mesmo padrão aparece em testes sobre a capacidade das pessoas em classificar a graça de piadas, gramática correta, ou até mesmo seu próprio desempenho em um jogo de xadrez.

O pior é que não é apenas otimismo. Os pesquisadores descobriram uma total falta de experiência que torna as pessoas incapazes de reconhecer a sua deficiência.

Mesmo quando eles ofereceram aos participantes do estudo uma recompensa de US$ 100 (cerca de R$ 170) caso eles classificassem seu desempenho com precisão, eles não o fizeram, achando que tinham ido melhor do que realmente foram. “Eles realmente estavam tentando ser honestos e imparciais”, disse Dunning.

Dunning acredita que a incapacidade das pessoas em avaliar o seu próprio conhecimento é a causa de muitos dos males da sociedade, incluindo a negação das alterações climáticas.

“Muitas pessoas não têm formação em ciência, e assim podem muito bem não compreender os acontecimentos climáticos. E como elas não têm o conhecimento necessário para avaliá-los, não percebem o quão ruim suas avaliações podem ser”, disse ele.

Além disso, mesmo se uma pessoa chegue a uma conclusão muito lógica sobre se a mudança climática é real ou não com base em sua avaliação da ciência, isso não significa que a pessoa realmente tinha condições de avaliar a ciência.

Na mesma linha, as pessoas que não são talentosas em uma determinada área tendem a não reconhecer os talentos e boas ideias dos outros, de colegas de trabalho a políticos. Isso pode impedir o processo democrático, que conta com cidadãos com capacidade de identificar e apoiar o melhor candidato ou a melhor política.

Conclusão: você deve se lembrar de que pode não ser tão bom quanto pensa que é. E pode não estar certo sobre as coisas que você acredita que está certo. E, além de tudo, se você tentar fazer piadas sobre isso, pode não ser tão engraçado quanto você pensa.

texto original LiveScience

Aos índios

, espero com fé e paciência o dia em que vamos homenagear e reconhecer a sabedoria dos verdadeiros heróis da nossa nação, o sangue indígena que corre no corpo de todos nós brasileiros é o sangue de uma raça que foi, e é, covardemente agredida desdo seu encontro com os “exploradores” que tentam a todo custo exterminar qualquer traço dessa cultura, marginalizado-os na periferia das grandes fazendas, com terras demarcadas e pedagiadas, roubados, humilhados e explorados os assim denominados índios (sinônimo de selvagem), pedem o reconhecimento da importância deles como nossos ancestrais que durante milênios conviveram em harmonia entre eles e com o mundo… foi a resistência deles que freou levemente a ambição dos exploradores, e será pela cultura (de sustentabilidade) deles que o mundo irá se salvar. …

Aos índios

a definição ‘índio’ pode induzir ao erro pois tendemos a entender ‘índio’ como um coletivo, por exemplo não sabemos distinguir o índio que mora em Tamarana-PR do que mora na floresta Amazônica, que provavelmente são de ‘nações’ diferentes, com línguas e costumes próprios e afins… para melhor exemplificar seria o mesmo que comemorar o dia do africano, não respeitando os contextos do continente … ficou claro?)

Garoto Barba

Fábula sobre uma criança que, devido a uma rara doença, tem barba. Felipe gosta de ser como é, mas se sente deslocado porque as outras pessoas costumam olhar para ele de forma diferente. Quando seus pais resolvem submetê-lo a uma moderna cirurgia de remoção de pelos, será preciso que o garoto tome uma decisão drástica, que mostrará aos seus pais e à cidade inteira que, às vezes, vale a pena lutar pelo o que se é realmente.

entenda o desejo humano pelos carros:

Durante muito tempo os humanos se deslocaram a pé, em cavalos e por barcos. A invenção das ferrovias no século XIX mudou radicalmente nossa relação com tempo e espaço. ECCE HOMO investiga a história do transporte moderno e como ele mudou a sociedade.

Questões para discussão:

Problemas dos sistemas de gestão de transporte, questões atuais de sustentabilidade e impactos ambientais, necessidades acerca da acessibilidade e mobilidade, construções sociais e cotidiano humano.

Pesquisa:

Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes

Departamento Estadual de Trânsito DETRAN

Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada

Instituto de Pesquisas Rodoviárias

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares

Ministério dos Transportes

Vaidade Infantil

O que é vaidade?

Desejo imoderado de chamar atenção, ou de receber elogios;

Ideia exageradamente positiva que alguém faz de si próprio;

Presunção, fatuidade, gabo;

Coisa vã, fútil; futilidade. Alarde, ostentação, vanglória.

A vaidade (chamada também de orgulho ou soberba) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas.

Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada.

Vaidade exagerada na infância é prejudicial na vida adulta

E quando reconhecer se a vaidade infantil está passando dos limites? Tudo que é excessivo deve ser visto com cautela. Se a criança não brinca porque não quer se sujar ou amassar a roupa; se ela passa mais tempo se arrumando do que se divertindo; se seus comentários são direcionados somente às aparências das pessoas; se ela exclui os que não acha bonitos; se ela se priva de determinados alimentos comuns às outras crianças, com o pretexto de que fazem mal à pele; se critica os pais em relação à aparência deles com frequência; se tem preocupações incomuns à idade (como peso ou celulite), é saudável procurar um psicólogo para conversar e sanar as dúvidas.

Outra dica importante é direcionar a vaidade para o autocuidado, ou seja, mostrar à criança que não adianta usar roupa da moda se não tomar banho todo dia e direito. De nada vale comprar a bota da apresentadora da TV se não mantiver as unhas aparadas e o cabelo limpo. Não adianta ser linda e fútil. Não adianta ter um corpo forte e uma cabeça fraca. Não adianta passar batom e os dentes estarem sujos. Não adianta ser admirada pelos outros se ao se olhar no espelho, não gostar de si mesma.

A vaidade excessiva na infância contribui para que as crianças deixem de viver etapas fundamentais de seu crescimento e compromete as áreas social e escolar. Um dos maiores prejuízos é a criança deixar de brincar com atividades que explorem seu desenvolvimento psicomotor, como correr, pular, subir em árvores, andar de bicicleta ou mexer com tinta para não se sujar, amassar a roupa ou transpirar. Isso é péssimo para sua formação, pois, mais tarde, ela pode se tornar um adulto com sérios problemas: desde um comportamento infantilizado até um transtorno obsessivo.

texto de Fernanda Junqueira – UOL Estilo

Veja a reportagem:

Artigo: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Kiriku e a Feiticeira

Na África Ocidental, nasce um menino minúsculo, cujo tamanho não alcança nem o joelho de um adulto, que tem um destino: enfrentar a poderosa e malvada feiticeira Karabá, que secou a fonte d’água da aldeia de Kiriku, engoliu todos os homens que foram enfrentá-la e ainda pegou todo o ouro que tinham. Para isso, Kiriku enfrenta muitos perigos e se aventura por lugares onde somente pessoas pequeninas poderiam entrar.

Assista a sequência de Kiriku e a Feiticeira (1998) aqui!

A História do Mundo em Duas Horas

Uma rápida viagem de duas horas, especial inédito do History mostra o que de mais importante aconteceu do surgimento do Universo até os dias atuais.

O Big Bang aconteceu há 13,7 bilhões de anos e essa grande explosão de massa cósmica deu origem ao Universo. Estima-se que a Terra tenha surgido há cerca de 4,6 bilhões de ano e era um ambiente inóspito, mas os primeiros rastros da existência humana datam de 4.000 a.C. É uma história bem longa, mas o History vai contá-la de forma dinâmica, em 120 minutos, no especial “A História do Mundo em Duas Horas”.

O especial, dos mesmos produtores de “O Mundo sem Ninguém”, apresenta um apanhado desde a criação do Universo ao surgimento da vida no planeta, dos progressos atingidos pelo homem desde a Idade a Pedra à atual expansão tecnológica, do aparecimento das primeiras civilizações ao mundo globalizado.

A idéia de “A História do Mundo em Duas Horas” é demonstrar de forma dinâmica como há correlação entre todos os grandes acontecimentos históricos. Não haveria raça humana não fossem os macacos, que por sua vez são não teriam existido sem as bactérias, uma das primeiras formas de vida de que se tem notícia no planeta. Não poderia haver globalização não fossem as viagens marítimas nos idos de 1.500. E não conheceríamos o computador sem a descoberta da eletricidade por Benjamin Franklin em 1752.

Sobre a teoria do Big Bang ou A Grande Explosão

A teoria do Big Bang é de autoria do cientista russo, naturalizado americano, George Gamow, e do padre e astrônomo bela Georges Lamaîtres e estabelece que uma grande explosão cósmica ocorrida há 13.7 bilhões de anos deu origem ao que conhecemos como espaço/tempo. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.A teoria do Big Bang apóia-se na teoria da relatividade de Albert Einstein e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble e Milton Humanson.