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Pequeno Tratado das Grandes Virtudes – e-book

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P. Tratado /capa“Se a virtude pode ser ensinada, como creio, é mais pelo exemplo do que pelos livros. Então, para que um tratado das virtudes? Para isto, talvez: tentar compreender o que deveríamos fazer, ou ser, ou viver, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o caminho que daí nos separa. Tarefa modesta, tarefa insuficiente, mas necessária. Os filósofos são alunos (só os sábios são mestres), e alunos precisam de livros; é por isso que eles às vezes escrevem livros, quando os que têm à mão não os satisfazem ou sufocam. Ora, que livro é mais urgente, para cada um de nós, do que um tratado de moral? E o que é mais digno de interesse, na moral, do que as virtudes? Assim como Spinoza, não creio haver utilidade em denunciar os vícios, o mal, o pecado. Para que sempre acusar, sempre denunciar? É a moral dos tristes, e uma triste moral. Quanto ao bem, ele só existe na pluralidade irredutível das boas ações, que excedem todos os livros, e das boas disposições, também elas plurais, mas sem dúvida menos numerosas, que a tradição designa pelo nome de virtudes, isto é (este é o sentido em grego da palavra arete, que os latinos traduziram por virtus), de excelências. “

História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil

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História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil

O livro é uma ferramenta fundamental e disponibiliza tanto para os professores responsáveis e compromissados com a educação da primeira infância quanto para os interessados de modo geral em uma educação e em um país justo e igualitário, conteúdos sólidos para a formação e o conhecimento sobre a riqueza, as diferenças e a diversidade da história e da cultura africana e suas influências na história e na cultura do povo brasileiro, em especial, da população afro-brasileira. Por meio dos projetos pedagógicos presentes na publicação, os(as) professores(as), a comunidade e os demais profissionais envolvidos com a história, a vida e a educação das crianças, poderão construir atividades e desenvolver práticas pedagógicas promotoras da igualdade étnico-racial.

Download gratuito (PDF)

(fonte)

conhece o Codex Seraphinianus?

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conhece o Codex Seraphinianus?

Codex Seraphinianus e o mistério do livro escrito em uma língua que não existe

O Codex Seraphinianus foi concebido pelo artista italiano Luigi Serafini em 1981 e reúne 400 páginas de um gênese inexplicável escrito em uma linguagem indecifrável – segundo seu autor, transmitida psicograficamente por seu gato.

Conheça mais sobre o Codex Seraphinianus aqui (link revista Galileu).

Codex Seraphinianus em PDF – completo.

Manual de cuidados com uso de internet

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Praticamente toda criança brasileira com idade entre 6 e 9 anos filha de pai ou mãe que usa internet está conectada, e mais da metade delas está no Facebook, segundo um estudo feito pela empresa de cibersegurança AVG.

A pesquisa, baseada em 5.423 entrevistas on-line com pais de nove países além do Brasil, realizadas em dezembro último, será divulgada globalmente na quarta-feira –a Folha teve acesso exclusivo à íntegra dos dados. Seiscentos pais ou mães foram entrevistados no país.

superconectados

 Cerca de 49,1% dos brasileiros com 10 anos ou mais, ou 86 milhões de pessoas, usam a internet, diz o IBGE.

Por aqui, a proporção do uso de internet por crianças cujos pais usam a rede é de 97%, número alto, que destoa pouco da média dos outros países pesquisados, de 89%.

Já em relação à presença de tais crianças no Facebook (a rede estabelece idade mínima de 13), a taxa brasileira, de 54%, é mais que o triplo da dos demais (16%) e nove vezes superior à da Austrália.

“Vemos que os dados para o uso da tecnologia são mais altos no Brasil que em qualquer outra parte do mundo”, diz Tony Anscombe, executivo de segurança da AVG.  Anscombe está de passagem pelo Brasil para divulgar um livro digital da AVG sobre o tema, “Proteja Nossas Crianças e Jovens”.

(fonte!)

reflexão sobre a humanização no trato com as drogas

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click na imagem para ter acesso ao HQ

RATOLÂNDIA: QUADRINHO DE STUART MCMILLEN , INSPIRADA EM ESTUDO COM RATOS MOSTRA QUE PROBLEMA É A JAULA, NÃO AS DROGAS
– click na imagem para ter acesso ao HQ –

As leis que temos hoje proibindo as drogas foram em grande parte inspiradas por pesquisas científicas realizadas nos Estados Unidos na década de 1960 com ratinhos presos em gaiolas. Cada ratinho ficava trancado sozinho em uma jaula pequena, com um canudo preso a uma veia. A cada vez que o bicho puxava uma alavanca, uma dose de morfina, heroína ou cocaína era despejada em sua corrente sanguínea. Os resultados eram assustadores: a maioria dos animais se afundava nas drogas. Alguns passavam o dia inteiro puxando as alavancas e ficavam tão viciados que se esqueciam de comer e beber e acabavam morrendo de fome. Conclusão: drogas são substâncias mortíferas, que causam dependência severa e matam.

Bom, se ratinhos saudáveis transformam-se em zumbis com uma dose, o mesmo deve acontecer com humanos, certo? Melhor então proibir tudo e punir severamente os infratores, para evitar que meninos e meninas tenham o mesmo destino desses pobres roedores. É essa a lógica da política de Guerra às Drogas.

Aí, no final dos anos 70, um psicólogo canadense chamado Bruce Alexander teve uma ideia. Ele resolveu repetir o experimento, mas, em vez de trancar as cobaias numa solitária, construiu um parque de diversões para os bichinhos – o Rat Park. Tratava-se de uma área grande, 200 vezes maior do que uma jaula, cheia de brinquedos, túneis, perfumes, cores e, o mais importante, habitada por 16 ratinhos albinos. Ratos brancos, como humanos, são seres sociais – adoram brincar uns com os outros. Eles são muito mais felizes em grupo. Outros 16 ratinhos tiveram sorte pior – foram trancados nas jaulas tradicionais, sem companhia nem distração. Ambos os grupos tinham acesso livre a dois bebedores – um jorrando água e o outro, morfina.

Os ratos engaiolados fizeram o que se esperava deles: drogaram-se até morrer. Mas os do Rat Park não. A maioria deles ignorou a morfina. Podendo escolher entre morfina e água, os ratinhos do parque no geral preferiam água. Mesmo quando os ratos do Rat Park eram forçados a consumir morfina até virarem dependentes, eles tendiam a largar o hábito assim que podiam. O consumo da droga entre eles foi 19 vezes menor do que entre os ratinhos enjaulados.

Ou seja, o problema não é a droga: é a jaula. O que é irônico considerando que nossa política de drogas tem como premissa justamente enjaular na cadeia os dependentes.

fonte!

Saiba notícias sobre como é o tratamento que os dependentes químicos do estado de São Paulo recebem do Estado no site do  Coletivo Desentorpecendo A Razão.

Saiba informações do Programa “de Braços Abertos” da prefeitura de São Paulo para reabilitação e humanização dos dependentes. (áudio)

10 listas para a sustentabilidade

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Novo Manual de Etiqueta: 10 listas para a sustentabilidade

O novo Manual de Etiqueta do Planeta Sustentável – guia anual de dicas para o bem-estar seu e do planeta – é um caderno de ilustrações-informações, didático, divertido e útil.

Nesta nova e quinta edição, a aposta é em listas, simples e práticas, para você consultar e ter um dia a dia mais sustentável. Traz, por exemplo: 14 coisas que não devem ser jogados na privada; 11 coisas boas de colocar no carrinho do mercado; 7 atitudes para conviver melhor com o vizinho. Por que um Manual em forma de listas? Elas são divertidas. São fáceis de ler. Ajudam na organização. Não são definitivas. Muito pelo contrário: é provável que você se lembre de algo que faltou. O que é bom.

 Baixe o seu!

(E-Livro) Filosofar descontraidamente

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Pdf do livro “O PEQUENO LIVRO DO FILÓSOFO”

Capa livro desidério murcho

Pensar sobre os grandes problemas da filosofia é uma arte reservada a poucos. Certo?

Errado.

Você é um filósofo em potência.

Não acredita?

Então experimente.

Pensar é uma atividade natural.

Todos pensamos no dia-a-dia.

Ser um filósofo é só uma questão de pensar de forma sistemática, clara e consequente.

Não dói nada.

É de graça. Ou quase… O Pequeno Livro do Filósofo oferece sugestões práticas para pensadores intrépidos, tímidos ou pura e simplesmente indecisos.

E não julgue que para ser um filósofo é preciso assumir um ar grave e profundo. Na verdade, alguns dos pensamentos dos grandes filósofos não eram graves nem profundos e toda a gente acreditou neles à mesma só porque tinham fama de ser graves e profundos.

Por isso, descontraia-se. Pense. Com alegria. Vai ver que não se arrepende.

E não faz mal se não resolver todos os problemas da filosofia. Até hoje, ninguém fez tal coisa..:)

 

“Este pequeno livro reúne 137 máximas que visam ajudar quem quer aprender a filosofar. Escrevi-o como um exercício de descontração, e por isso trata-se de máximas leves e despretensiosas. Mas não é apenas um exercício de descontração, pois inclui sugestões que poderão ser úteis a jovens interessados em filosofia.

O mote do livro é que qualquer pessoa pode tornar-se um filósofo. Isto é algo escandaloso em muitos setores da cultura de língua portuguesa, que vêem o filósofo como um guru tocado pelos deuses, e não como um ser humano como os outros, apenas interessado num certo tipo de problemas e com um certo tipo de talento para os enfrentar .

Espero que este pequeno livro consiga descontrair o leitor e dar-lhe algumas sugestões proveitosas. – Desidério Murcho”

Baixe grátis o livro: As 100 Melhores Histórias da Mitologia

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Baixe grátis o livro: As 100 Melhores Histórias da Mitologia

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Oi leitores!

Nessas cem história, as forças da natureza tomam vida, forma-se o Universo, nasce o homem, surgem os animais e explicam-se, segundo a ótica mágica da mitologia greco-romana, os primórdios da existência e da história da humanidade. Os mitos não são mitos, mas personagens vívidos e de carne e osso, tudo isso contado numa prosa acessível.

As maiores batalhas do mundo antigo, o nascimento dos mais célebres heróis de então, os principais episódios envolvendo deuses e deusas do Olimpo, mortais, imortais, monstros e bestas são aqui relatos na sua forma original: com o vigor da ficção. Nas cem histórias que compõem este livro, as forças da natureza tomam vida, forma-se o Universo, nasce o homem, surgem os animais e explicam-se, segundo a ótica mágica da mitologia greco-romana, os primórdios da existência e da história da humanidade. Os mitos não são mitos, mas personagens vívidos e de carne e osso, que pensam, sentem e amam – tudo isso contado numa prosa acessível – e que compõem o berço da cultura.